Governo quer padronizar avaliação de cotas nas universidades federais
Objetivo do Ministério da Educação é aprimorar métodos que já são usados para evitar fraudes no acesso ao Ensino Superior
M
Murillo Otavio
ministério da educação
O Ministério da Educação (MEC) vai ouvir as experiências das comissões deheteroidentificação nas universidades federais para padronizar o processo de avaliação de quem pode pleitear uma vaga no Ensino Superior por meio de cotas.
O objetivo é entender os métodos atualmente usados e, posteriormente, estabelecer regras gerais. Atualmente, cada universidade adota critérios próprios. O debate acontecerá em agosto.
Entre as possíveis determinações estão:
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Número mínimo de membros das comissões e sua formação acadêmica;
Definir se as entrevistas serão presenciais ou virtuais;
Procedimento para que um aluno reprovado possa solicitar uma segunda avaliação.
“É importante reafirmar a autonomia das instituições, que já praticam mecanismos para a eficácia da política de cotas. O seminário visa valorizar esse histórico”, diz o MEC em nota enviada ao SBT News.
As cotas foram instituídas em 2013, mas somente no ano passado todas as universidades federais passaram a contar com bancas de heteroidentificação.
A cota racial, dedicada exclusivamente a pessoas negras, pardas e indígenas, é avaliada com base nas características fenotípicas, ou seja, nos traços físicos.
Anteriormente, a autodeclaração do candidato era suficiente para ingressar por cota nas universidades, o que podia abrir margem para fraudes, permitindo que uma pessoa branca ocupasse a vaga de uma pessoa preta.
Segundo o MPF, cerca de 114 estudantes ingressaram de forma irregular na universidade.
Governo quer padronizar avaliação de cotas nas universidades federaisObjetivo do Ministério da Educação é aprimorar métodos que já são usados para evitar fraudes no acesso ao Ensino Superior
Brasil2024-07-22T20:14:39.617ZO Ministério da Educação (MEC) vai ouvir as experiências das comissões de heteroidentificação nas universidades federais para padronizar o processo de avaliação de quem pode pleitear uma vaga no Ensino Superior por meio de cotas. O objetivo é entender os métodos atualmente usados e, posteriormente, estabelecer regras gerais. Atualmente, cada universidade adota critérios próprios. O debate acontecerá em agosto. Entre as possíveis determinações estão: “É importante reafirmar a autonomia das instituições, que já praticam mecanismos para a eficácia da política de cotas. O seminário visa valorizar esse histórico”, diz o MEC em nota enviada ao SBT News. Política contra fraude As cotas foram instituídas em 2013, mas somente no ano passado todas as universidades federais passaram a contar com bancas de heteroidentificação. A cota racial, dedicada exclusivamente a pessoas negras, pardas e indígenas, é avaliada com base nas características fenotípicas, ou seja, nos traços físicos. Anteriormente, a autodeclaração do candidato era suficiente para ingressar por cota nas universidades, o que podia abrir margem para fraudes, permitindo que uma pessoa branca ocupasse a vaga de uma pessoa preta. Em um dos casos de fraude, o . Segundo o MPF, cerca de 114 estudantes ingressaram de forma irregular na universidade. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/governo-quer-padronizar-avaliacao-de-cotas-nas-universidades-federais
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