Brasileira morreu durante trilha no Monte Rinjani, na Indonésia; corpo passará por nova autópsia por família alegar negligência
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Agência SBT
01/07/2025, 20:46 • Atualizado em 02/07/2025, 01:21
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O corpo da brasileira Juliana Marins, que morreu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na tarde desta terça-feira (1º). O transporte foi feito em um voo da companhia aérea Emirates Airlines, que confirmou o translado.
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Depois, a Força Aérea Brasileira (FAB) foi responsável pelo transporte do corpo até a Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro, onde será realizada uma nova autópsia.
O procedimento foi solicitado pela Defensoria Pública da União, que levantou dúvidas sobre a certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta. O documento indica que Juliana morreu em decorrência de múltiplas fraturas e lesões internas.
Juliana, natural de Niterói (RJ), estava viajando pela Ásia desde fevereiro deste ano e já havia passado por Filipinas, Tailândia e Vietnã. Na Indonésia, decidiu fazer uma trilha de três dias no Monte Rinjani, acompanhada por um guia e outros cinco turistas.
Ela foi encontrada horas depois por outro grupo de turistas, com o auxílio de um drone. Segundo relatos, o guia teria pedido para ela aguardar no caminho e seguiria com o grupo, voltando mais tarde.
Corpo de Juliana Marins já está no Brasil Brasileira morreu durante trilha no Monte Rinjani, na Indonésia; corpo passará por nova autópsia por família alegar negligência Brasil2025-07-01T20:46:25.728ZO corpo da brasileira Juliana Marins, que morreu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na tarde desta terça-feira (1º). O transporte foi feito em um voo da companhia aérea Emirates Airlines, que confirmou o translado. Depois, a Força Aérea Brasileira (FAB) foi responsável pelo transporte do corpo até a Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro, onde será realizada uma nova autópsia. O procedimento foi solicitado pela Defensoria Pública da União, que levantou dúvidas sobre a certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta. O documento indica que Juliana morreu em decorrência de múltiplas fraturas e lesões internas. Juliana, natural de Niterói (RJ), estava viajando pela Ásia desde fevereiro deste ano e já havia passado por Filipinas, Tailândia e Vietnã. Na Indonésia, decidiu fazer uma trilha de três dias no Monte Rinjani, acompanhada por um guia e outros cinco turistas. No segundo dia do percurso, . Ela foi encontrada horas depois por outro grupo de turistas, com o auxílio de um drone. Segundo relatos, o guia teria pedido para ela aguardar no caminho e seguiria com o grupo, voltando mais tarde. A . Em nota, os parentes afirmaram que, se o socorro tivesse chegado no prazo estimado de sete horas, a jovem poderia ter sobrevivido. "Juliana merecia muito mais". São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/caso-juliana-marins-corpo-de-brasileira-chega-em-sp
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