Caso Gritzbach: polícia prende suspeito de ajudar olheiro do PCC
Investigação aponta que homem preso teria ajudado Kauê do Amaral a fugir de SP após assassinato de Vinicius Gritzbach, delator do PCC
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SBT News
Momento em que delator do PCC é executado no Aeroporto Internacional de São Paulo | Reprodução
Uma Força-tarefa das polícias de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (17), no Tatuapé, zona Leste da capital, um homem de 22 anos suspeito de ajudar Kauê do Amaral Coelho, de 29 anos, a fugir do estado após o assassinato de Vinicius Gritzbach, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital). Kauê, identificado como olheiro na ação criminosa, continua foragido.
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De acordo com apuração do SBT News, um dos suspeitos de ser o atirador que matou Gritzbach é o cabo Denis Antônio Martins. No entanto, o secretário da Segurança do estado, Guilherme Derrite, afirma que Denis foi preso por um crime previsto no Código Militar (organização de militares para praticar violência) e não pela execução do delator, que segue sob investigação.
Agora, a polícia concentra esforços em identificar quem deu a ordem para a execução de Gritzbach.
Caso Gritzbach: polícia prende suspeito de ajudar olheiro do PCCInvestigação aponta que homem preso teria ajudado Kauê do Amaral a fugir de SP após assassinato de Vinicius Gritzbach, delator do PCC Brasil2025-01-17T20:58:16.662ZUma Força-tarefa das polícias de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (17), no Tatuapé, zona Leste da capital, um homem de 22 anos suspeito de ajudar Kauê do Amaral Coelho, de 29 anos, a fugir do estado após o Kauê, identificado como olheiro na ação criminosa, continua foragido.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o suspeito tem ligação com Kauê e também é investigado por associação ao tráfico de drogas. Na quinta-feira (16), a Também na quinta-feira, Apesar de Gritzbach ter denunciado esquemas de corrupção envolvendo policiais em sua colaboração premiada, as investigações indicam que a ordem para sua execução partiu do PCC. De acordo com apuração do SBT News,. No entanto, o secretário da Segurança do estado, Guilherme Derrite, afirma que Denis foi preso por um crime previsto no Código Militar (organização de militares para praticar violência) e não pela execução do delator, que segue sob investigação. Agora, a polícia concentra esforços em identificar quem deu a ordem para a execução de Gritzbach.
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