Autoridades querem fechar ponte após queda de jovem
União e prefeituras concordam com ações para impedir acesso ao local após morte de jovem em rope jump
Caroline Vale
15/06/2026, 23:38 • Atualizado em 16/06/2026, 03:25
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Ponte do Esqueleto | Reprodução Drone VG Audiovisual
Após troca de acusações e críticas públicas, representantes do governo federal e das prefeituras de Limeira e Cordeirópolis se reuniram nesta segunda-feira (15) e concordaram em reforçar as ações para impedir o acesso à Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os dois municípios do interior paulista. A medida ocorre após a morte de uma jovem de 21 anos durante a prática de rope jump no local.
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Segundo nota divulgada pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao governo federal, a intenção é atuar em conjunto com as administrações municipais para inibir a entrada de pessoas na estrutura até que seja definida uma solução definitiva para o patrimônio.
Durante os encontros, a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, reiterou que o acesso à ponte pelo município já permanece bloqueado há anos e voltou a defender a demolição da estrutura. Prefeitura e SPU combinaram que o governo local reforçará as medidas de contenção existentes.
Já o prefeito de Limeira, Murilo Félix, também manifestou apoio à demolição e se comprometeu a reabrir uma vala que havia sido criada para dificultar o acesso ao local e que posteriormente foi fechada sem conhecimento da administração municipal.
A SPU informou que instalará placas de advertência informando que a ponte é propriedade da União e que a entrada no local é proibida. O órgão também pretende implantar barreiras físicas para restringir o acesso.
Em nota, a secretaria destacou que a incorporação da ponte ao patrimônio da União foi concluída em 2026. O órgão também informou que continuará discutindo com os governos municipais alternativas para o futuro da estrutura, incluindo uma eventual remoção.
Antes do anúncio das medidas, a Ponte do Esqueleto se tornou alvo de uma disputa de responsabilidades entre a Prefeitura de Limeira e o governo federal.
A administração municipal afirmou que a responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso da estrutura é da União e chegou a anunciar que estudava medidas judiciais contra o governo federal por suposta omissão. Segundo a prefeitura, pedidos de providências teriam sido encaminhados aos órgãos federais desde 2025.
Em resposta, a SPU declarou que nunca autorizou atividades esportivas na ponte e afirmou que, desde 2024, vinha solicitando apoio das prefeituras da região para restringir o acesso ao local. O órgão também alegou que o bloqueio já havia sido adotado anteriormente, mas que discussões posteriores contribuíram para a reabertura do acesso.
Autoridades querem fechar ponte após queda de jovemUnião e prefeituras concordam com ações para impedir acesso ao local após morte de jovem em rope jumpBrasil2026-06-15T23:38:42.735ZApós troca de acusações e críticas públicas, representantes do governo federal e das prefeituras de Limeira e Cordeirópolis se reuniram nesta segunda-feira (15) e concordaram em reforçar as ações para impedir o acesso à Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os dois municípios do interior paulista. A durante a prática de rope jump no local. Segundo nota divulgada pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao governo federal, a intenção é atuar em conjunto com as administrações municipais para inibir a entrada de pessoas na estrutura até que seja definida uma solução definitiva para o patrimônio. Durante os encontros, a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, reiterou que o acesso à ponte pelo município já permanece bloqueado há anos e voltou a defender a demolição da estrutura. Prefeitura e SPU combinaram que o governo local reforçará as medidas de contenção existentes. Já o prefeito de Limeira, Murilo Félix, também manifestou apoio à demolição e se comprometeu a reabrir uma vala que havia sido criada para dificultar o acesso ao local e que posteriormente foi fechada sem conhecimento da administração municipal. A SPU informou que instalará placas de advertência informando que a ponte é propriedade da União e que a entrada no local é proibida. O órgão também pretende implantar barreiras físicas para restringir o acesso. Em nota, a secretaria destacou que a incorporação da ponte ao patrimônio da União foi concluída em 2026. O órgão também informou que continuará discutindo com os governos municipais alternativas para o futuro da estrutura, incluindo uma eventual remoção. O caso ganhou repercussão após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que . As circunstâncias do acidente seguem sob investigação das autoridades. Troca de acusações Antes do anúncio das medidas, a Ponte do Esqueleto se tornou alvo de uma disputa de responsabilidades entre a Prefeitura de Limeira e o governo federal. A administração municipal afirmou que a responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso da estrutura é da União e chegou a anunciar que . Segundo a prefeitura, pedidos de providências teriam sido encaminhados aos órgãos federais desde 2025. Em resposta, a e afirmou que, desde 2024, vinha solicitando apoio das prefeituras da região para restringir o acesso ao local. O órgão também alegou que o bloqueio já havia sido adotado anteriormente, mas que discussões posteriores contribuíram para a reabertura do acesso.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/apos-impasse-autoridades-querem-fechar-ponte-do-esqueleto
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