Governo federal diz que nunca autorizou atividades em ponte
Secretaria de Patrimônio da União afirma que pediu bloqueio do acesso desde 2024 e cobra ação conjunta após morte de jovem durante salto em Limeira
Warley Júnior
Maria Eduarda morreu após sofrer uma queda durante a prática de rope jump | Reprodução
Vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) afirmou nesta segunda-feira (15) que “nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza” na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), onde uma jovem de 21 anos morreu após um salto de rope jump no último sábado (13). Além disso, a secretaria disse que, desde 2024, vem solicitando apoio das prefeituras da região para restringir o acesso ao local. Segundo a SPU, inclusive, a ponte chegou a ser bloqueada por alguns meses, mas a reabertura foi posteriormente discutida e defendida por empresários locais durante sessão na Câmara de Vereadores de Limeira.
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Na nota, a SPU defendeu uma atuação coordenada entre os entes públicos. “Os poderes públicos de todos os níveis precisam, imediatamente, juntar esforços para evitar de forma definitiva o acesso à ponte do Esqueleto e coibir atividades ilegais”, afirmou o órgão. A secretaria acrescentou que, posteriormente, será necessário “decidir o futuro da Ponte do Esqueleto de forma conjunta”.
No mesmo comunicado, a SPU lamentou a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas e informou que a estrutura pertence a um trecho nunca implantado da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), localizado no interior de propriedades particulares. O órgão também alegou que o processo de incorporação da ponte ao patrimônio da União “só foi autorizado em 2026”.
Maria Eduarda morreu após sofrer uma queda durante a prática de rope jump. De acordo com as informações iniciais da investigação, houve uma falha na fixação dos equipamentos de segurança. Seis pessoas foram levadas à delegacia. Três delas permaneceram presas por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de provocar a morte.
Leia a nota na íntegra
A Secretaria de Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), lamenta a morte trágica da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante atividade esportiva não autorizada na ponte do Esqueleto. A SPU se solidariza com a família e amigos da Maria Eduarda.
A Ponte do Esqueleto pertencia a trecho nunca implantado da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), no interior de propriedades particulares. A SPU nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza na Ponte do Esqueleto.
O processo de incorporação da ponte ao patrimônio da SPU só foi autorizado em 2026. Mesmo assim, desde 2024, em diferentes momentos, a SPU pediu apoio às prefeituras locais para bloquear o acesso à referida ponte. Em 2024, em função dessa parceria, a ponte foi bloqueada por alguns meses. Posteriormente, a reabertura foi discutida e defendida por empresários locais em sessão na Câmara de Vereadores de Limeira.
Entendemos que os poderes públicos de todos os níveis precisam, imediatamente, juntar esforços para evitar de forma definitiva o acesso à ponte do Esqueleto e coibir atividades ilegais. E, na sequência, decidir o futuro da Ponte do Esqueleto de forma conjunta.
Governo federal diz que nunca autorizou atividades em ponteSecretaria de Patrimônio da União afirma que pediu bloqueio do acesso desde 2024 e cobra ação conjunta após morte de jovem durante salto em LimeiraBrasil2026-06-15T16:02:46.379ZVinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) afirmou nesta segunda-feira (15) que “nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza” na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), onde . Além disso, a secretaria disse que, desde 2024, vem solicitando apoio das prefeituras da região para restringir o acesso ao local. Segundo a SPU, inclusive, a ponte chegou a ser bloqueada por alguns meses, mas a reabertura foi posteriormente discutida e defendida por empresários locais durante sessão na Câmara de Vereadores de Limeira. A manifestação ocorre após. A administração municipal sustenta que a responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à ponte é exclusiva da União e afirma que vem cobrando providências dos órgãos federais desde 2025, sem retorno. Na nota, a SPU defendeu uma atuação coordenada entre os entes públicos. “Os poderes públicos de todos os níveis precisam, imediatamente, juntar esforços para evitar de forma definitiva o acesso à ponte do Esqueleto e coibir atividades ilegais”, afirmou o órgão. A secretaria acrescentou que, posteriormente, será necessário “decidir o futuro da Ponte do Esqueleto de forma conjunta”. No mesmo comunicado, a SPU lamentou a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas e informou que a estrutura pertence a um trecho nunca implantado da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), localizado no interior de propriedades particulares. O órgão também alegou que o processo de incorporação da ponte ao patrimônio da União “só foi autorizado em 2026”. Maria Eduarda morreu após sofrer uma queda durante a prática de rope jump. De acordo com as informações iniciais da investigação, houve uma falha na fixação dos equipamentos de segurança. Seis pessoas foram levadas à delegacia. Três delas permaneceram presas por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de provocar a morte.
Leia a nota na íntegra A Secretaria de Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), lamenta a morte trágica da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante atividade esportiva não autorizada na ponte do Esqueleto. A SPU se solidariza com a família e amigos da Maria Eduarda. A Ponte do Esqueleto pertencia a trecho nunca implantado da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), no interior de propriedades particulares. A SPU nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza na Ponte do Esqueleto. O processo de incorporação da ponte ao patrimônio da SPU só foi autorizado em 2026. Mesmo assim, desde 2024, em diferentes momentos, a SPU pediu apoio às prefeituras locais para bloquear o acesso à referida ponte. Em 2024, em função dessa parceria, a ponte foi bloqueada por alguns meses. Posteriormente, a reabertura foi discutida e defendida por empresários locais em sessão na Câmara de Vereadores de Limeira. Entendemos que os poderes públicos de todos os níveis precisam, imediatamente, juntar esforços para evitar de forma definitiva o acesso à ponte do Esqueleto e coibir atividades ilegais. E, na sequência, decidir o futuro da Ponte do Esqueleto de forma conjunta.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/governo-federal-diz-que-nunca-autorizou-atividades-em-ponte