O salto de rope jump que terminou com a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira, no interior de São Paulo, não foi organizado por uma empresa especializada, mas por um grupo de seis amigos que se conheceram praticando o esporte. Segundo a delegada do 4º Distrito Policial de Limeira, Andréa Dantas Levy, cerca de 100 saltos estavam programados para o dia da tragédia, registrada no último sábado (13), na Ponte do Esqueleto.
As informações foram divulgadas pela delegada em entrevista ao programa Radar News, do SBT News. De acordo com ela, o evento foi divulgado nas redes sociais pela única mulher do grupo, que responde ao caso em liberdade.
Segundo Levy, todos os envolvidos já prestaram depoimento à polícia, mas nenhum deles conseguiu explicar exatamente em que momento ocorreu a falha que levou à morte da jovem.
“Ao que ficou apurado, os responsáveis pela colocação da corda, que é o objeto principal de segurança, não conseguem se recordar da falha, quem deveria ter colocado, a fiscalização. Mas considerando que é um esporte de alto risco, no mínimo, duas pessoas teriam que ter verificado. Ao meu ver, até três. O que não foi realizado e causou essa tragédia”, afirmou a delegada.
A investigação descarta a hipótese de morte intencional. Segundo a delegada, os elementos reunidos apontam para uma falha de segurança durante a preparação do salto.
As diligências continuam e caberá ao Ministério Público definir o enquadramento criminal dos envolvidos. O órgão deverá decidir se eles responderão por homicídio doloso, quando há a intenção de matar, ou homicídio culposo, quando não existe intenção de matar.
Grupo de amigos organizou salto que matou jovem em SPSegundo delegada, evento que previa 100 saltos não era promovido por empresa especializada; três homens foram presosBrasil2026-06-15T15:49:46.620ZO no interior de São Paulo, não foi organizado por uma empresa especializada, mas por um grupo de seis amigos que se conheceram praticando o esporte. Segundo a delegada do 4º Distrito Policial de Limeira, Andréa Dantas Levy, cerca de 100 saltos estavam programados para o dia da tragédia, registrada no último sábado (13), na Ponte do Esqueleto. As informações foram divulgadas pela delegada em entrevista ao programa Radar News, do SBT News. De acordo com ela, o evento foi divulgado nas redes sociais pela única mulher do grupo, que responde ao caso em liberdade. Eles aparecem no vídeo que registrou o momento em que Maria Eduarda é lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros sem estar conectada a qualquer equipamento de segurança. Segundo Levy, todos os envolvidos já prestaram depoimento à polícia, mas nenhum deles conseguiu explicar exatamente em que momento ocorreu a falha que levou à morte da jovem. “Ao que ficou apurado, os responsáveis pela colocação da corda, que é o objeto principal de segurança, não conseguem se recordar da falha, quem deveria ter colocado, a fiscalização. Mas considerando que é um esporte de alto risco, no mínimo, duas pessoas teriam que ter verificado. Ao meu ver, até três. O que não foi realizado e causou essa tragédia”, afirmou a delegada. A investigação descarta a hipótese de morte intencional. Segundo a delegada, os elementos reunidos apontam para uma falha de segurança durante a preparação do salto. As diligências continuam e caberá ao Ministério Público definir o enquadramento criminal dos envolvidos. O órgão deverá decidir se eles responderão por homicídio doloso, quando há a intenção de matar, ou homicídio culposo, quando não existe intenção de matar.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/grupo-de-amigos-organizou-salto-que-matou-jovem-em-sp
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