Falsa garota de programa aplicava golpe da facção no DF
Operação da Polícia Civil mira três suspeitos de Minas Gerais que usavam o perfil "Ruiva On Line" para cobrar pagamentos por encontros que nunca aconteciam
Por Pedro Canguçu
Operação Ruiva Fake cumpriu mandados contra suspeitos em Montes Claros (MG) | Divulgação/PCDF
Uma falsa garota de programa era usada como isca para atrair vítimas, cobrar pagamentos antecipados e, depois, extorquir dinheiro com ameaças de uma suposta facção criminosa. O esquema, que tinha como alvo vítimas no Lago Norte, no Distrito Federal, é investigado pela Polícia Civil (PCDF), que deflagrou, nesta quinta-feira (5), a operação Ruiva Fake.
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A ação é conduzida pela 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) e mira três suspeitos que moram em Montes Claros, Minas Gerais. Com apoio da Polícia Civil mineira, são cumpridos mandados de busca e apreensão nos endereços ligados aos investigados, além de medidas de bloqueio de bens.
Segundo a investigação, os criminosos utilizavam um perfil na internet chamado "Ruiva On Line", que anunciava serviços de uma suposta garota de programa. Após marcar um encontro em um endereço no Lago Norte, a vítima era informada de que precisava pagar uma taxa de entrada para ter acesso ao local.
Depois do primeiro pagamento, surgiam novas cobranças, como valores para a suposta compra de produtos relacionados ao programa. O encontro, no entanto, nunca acontecia.
Quando a vítima percebia o golpe e tentava interromper os pagamentos, começavam as ameaças. Os criminosos afirmavam fazer parte de uma facção e diziam que ela "entraria na lista do crime organizado" caso não transferisse mais dinheiro.
A partir do registro da ocorrência, os policiais analisaram conversas, rastrearam transações financeiras e identificaram os dispositivos utilizados nos contatos, chegando aos três suspeitos.
Durante as buscas, os agentes procuram celulares, computadores, chips, cartões e documentos que possam comprovar a atuação do grupo e ajudar a identificar outras vítimas.
Os investigados poderão responder por estelionato, extorsão e associação criminosa.
Falsa garota de programa aplicava golpe da facção no DFOperação da Polícia Civil mira três suspeitos de Minas Gerais que usavam o perfil "Ruiva On Line" para cobrar pagamentos por encontros que nunca aconteciamBrasil2026-11-05T13:08:26.274ZUma falsa garota de programa era usada como isca para atrair vítimas, cobrar pagamentos antecipados e, depois, extorquir dinheiro com ameaças de uma suposta facção criminosa. O esquema, que tinha como alvo vítimas no Lago Norte, no Distrito Federal, é investigado pela Polícia Civil (PCDF), que deflagrou, nesta quinta-feira (5), a operação Ruiva Fake. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! A ação é conduzida pela 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) e mira três suspeitos que moram em Montes Claros, Minas Gerais. Com apoio da Polícia Civil mineira, são cumpridos mandados de busca e apreensão nos endereços ligados aos investigados, além de medidas de bloqueio de bens. Segundo a investigação, os criminosos utilizavam um perfil na internet chamado "Ruiva On Line", que anunciava serviços de uma suposta garota de programa. Após marcar um encontro em um endereço no Lago Norte, a vítima era informada de que precisava pagar uma taxa de entrada para ter acesso ao local. Depois do primeiro pagamento, surgiam novas cobranças, como valores para a suposta compra de produtos relacionados ao programa. O encontro, no entanto, nunca acontecia. Quando a vítima percebia o golpe e tentava interromper os pagamentos, começavam as ameaças. Os criminosos afirmavam fazer parte de uma facção e diziam que ela "entraria na lista do crime organizado" caso não transferisse mais dinheiro. A partir do registro da ocorrência, os policiais analisaram conversas, rastrearam transações financeiras e identificaram os dispositivos utilizados nos contatos, chegando aos três suspeitos. Durante as buscas, os agentes procuram celulares, computadores, chips, cartões e documentos que possam comprovar a atuação do grupo e ajudar a identificar outras vítimas. Os investigados poderão responder por estelionato, extorsão e associação criminosa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/falsa-garota-de-programa-aplicava-golpe-da-faccao-no-df
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