Acervo do Museu Olímpico não foi atingido em incêndio no Velódromo, diz prefeitura do Rio
Peças históricas ligadas aos Jogos Olímpicos de 2016 não foram afetadas; danos se concentram no teto


Naiara Ribeiro
O acervo do Rio Museu Olímpico não foi atingido pelo incêndio que atingiu o Velódromo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (8). Segundo a prefeitura, as peças históricas do museu estão preservadas e intactas. Apenas uma pequena área do espaço foi afetada e deverá passar por reparos.
Uma avaliação preliminar da equipe técnica e da Confederação Brasileira de Ciclismo indica que a pista do velódromo não sofreu danos. O local estava fechado no momento em que o incêndio começou.
O prefeito do Rio, Eduardo Cavalieri, esteve no local e acompanhou o trabalho dos bombeiros e a vistoria feita por engenheiros da prefeitura. De acordo com ele, a estrutura do velódromo está preservada e os danos se concentram na cobertura. O acervo do museu, segundo a prefeitura, está preservado. Ainda segundo a administração municipal, o espaço possui todas as autorizações do Corpo de Bombeiros, e a atuação da brigada de incêndio, junto com as equipes de resgate, ajudou a conter as chamas e reduzir os danos.
O Rio Museu Olímpico ocupa o andar superior do velódromo, em uma área de cerca de 1.700 metros quadrados. O espaço reúne aproximadamente mil peças ligadas aos Jogos Olímpicos de 2016, distribuídas em 13 áreas temáticas, além de experiências interativas.
Além de abrigar o museu, o velódromo mantém atividades esportivas e culturais abertas ao público. Cerca de 2 mil pessoas participam mensalmente das atividades, e o espaço atende aproximadamente 4.280 pessoas, a partir dos seis anos de idade, em modalidades como vôlei, basquete, ginástica e ciclismo.
O local também é utilizado por entidades esportivas para treinos de alto rendimento e recebe eventos. Em 2025, foram realizados cerca de 50 eventos no espaço.









