13 são presos em fábrica que fraudava produtos da Virginia
Operação encontrou estrutura clandestina em Itaquaquecetuba, na Grande SP; responsável pelo local não foi localizado
SBT News, Agência SBT
Polícia prende 13 em fábrica de cosméticos falsificados da marca de Virginia. | Divulgação/Polícia de SP
A Polícia Civil prendeu 13 pessoas durante uma operação que localizou uma fábrica clandestina de cosméticos falsificados da WePink, marca da influenciadora Virginia Fonseca, na noite dessa quarta-feira (2), em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. O responsável pelo local, apontado como patrão dos suspeitos presos, não foi localizado pelos policiais.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
A fábrica funcionava em um imóvel na Rua Porto. Os agentes foram até o endereço para cumprir um mandado de busca e apreensão.
A investigação começou após uma denúncia da empresa SAVI Cosméticos Ltda., responsável pela marca WePink, sobre a venda de produtos falsificados em redes sociais e na região da Feira da Madrugada, no centro de São Paulo.
Durante as diligências, os policiais identificaram uma estrutura que, segundo a investigação, seria utilizada para fabricar e distribuir os produtos falsificados. No imóvel, foram encontrados equipamentos, maquinários, insumos, embalagens, rótulos, etiquetas, recipientes e outros materiais usados na fabricação, envase e armazenamento dos cosméticos.
Prisões
As 13 pessoas encontradas no local foram presas em flagrante e encaminhadas à delegacia. Segundo o boletim de ocorrência, parte dos investigados já havia sido presa em junho deste ano (e liberadas posteriormente) em outra fábrica clandestina de produtos falsificados da mesma marca.
Diante da nova ocorrência, a Polícia Civil determinou as prisões em preventivas. A autoridade policial apontou risco de reiteração criminosa e de continuidade da atividade investigada.
O material apreendido foi relacionado em um Auto de Exibição e Apreensão e deverá passar por perícia para verificar a composição, autenticidade e procedência dos produtos e insumos. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia Seccional 1º Centro.
Para identificar um produto falsificado, o primeiro passo é observar a embalagem e a qualidade do item. Erros de ortografia, impressão borrada, cores diferentes das originais, informações incompletas, etiquetas mal aplicadas ou acabamento inferior podem indicar falsificação. Também vale conferir se o produto possui lote, validade, fabricante e outras informações exigidas.
Outro cuidado é verificar onde o produto está sendo vendido e por qual preço. Valores muito abaixo dos praticados oficialmente, vendedores sem identificação, anúncios em redes sociais sem informações claras e ausência de nota fiscal são sinais que merecem atenção.
Sempre que possível, o consumidor deve comparar o produto com imagens e informações disponíveis nos canais oficiais da marca.
Em caso de dúvida, a recomendação é não utilizar o produto e procurar a empresa responsável pela marca para confirmar a autenticidade. No caso de cosméticos, o cuidado deve ser ainda maior, já que produtos falsificados podem não ter composição conhecida e representar riscos à saúde.
13 são presos em fábrica que fraudava produtos da VirginiaOperação encontrou estrutura clandestina em Itaquaquecetuba, na Grande SP; responsável pelo local não foi localizadoBrasil2026-09-03T15:16:03.295ZA Polícia Civil prendeu 13 pessoas durante uma operação que localizou uma fábrica clandestina de cosméticos falsificados da WePink, marca da influenciadora Virginia Fonseca, na noite dessa quarta-feira (2), em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. O responsável pelo local, apontado como patrão dos suspeitos presos, não foi localizado pelos policiais. A fábrica funcionava em um imóvel na Rua Porto. Os agentes foram até o endereço para cumprir um mandado de busca e apreensão. A investigação começou após uma denúncia da empresa SAVI Cosméticos Ltda., responsável pela marca WePink, sobre a venda de produtos falsificados em redes sociais e na região da Feira da Madrugada, no centro de São Paulo. Durante as diligências, os policiais identificaram uma estrutura que, segundo a investigação, seria utilizada para fabricar e distribuir os produtos falsificados. No imóvel, foram encontrados equipamentos, maquinários, insumos, embalagens, rótulos, etiquetas, recipientes e outros materiais usados na fabricação, envase e armazenamento dos cosméticos. Prisões As 13 pessoas encontradas no local foram presas em flagrante e encaminhadas à delegacia. Segundo o boletim de ocorrência, parte dos investigados já havia sido presa em junho deste ano (e liberadas posteriormente) em outra fábrica clandestina de produtos falsificados da mesma marca. Diante da nova ocorrência, a Polícia Civil determinou as prisões em preventivas. A autoridade policial apontou risco de reiteração criminosa e de continuidade da atividade investigada. O material apreendido foi relacionado em um Auto de Exibição e Apreensão e deverá passar por perícia para verificar a composição, autenticidade e procedência dos produtos e insumos. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia Seccional 1º Centro. Como identificar um produto falsificado? Para identificar um produto falsificado, o primeiro passo é observar a embalagem e a qualidade do item. Erros de ortografia, impressão borrada, cores diferentes das originais, informações incompletas, etiquetas mal aplicadas ou acabamento inferior podem indicar falsificação. Também vale conferir se o produto possui lote, validade, fabricante e outras informações exigidas. Outro cuidado é verificar onde o produto está sendo vendido e por qual preço. Valores muito abaixo dos praticados oficialmente, vendedores sem identificação, anúncios em redes sociais sem informações claras e ausência de nota fiscal são sinais que merecem atenção. Sempre que possível, o consumidor deve comparar o produto com imagens e informações disponíveis nos canais oficiais da marca. Em caso de dúvida, a recomendação é não utilizar o produto e procurar a empresa responsável pela marca para confirmar a autenticidade. No caso de cosméticos, o cuidado deve ser ainda maior, já que produtos falsificados podem não ter composição conhecida e representar riscos à saúde. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/13-sao-presos-em-fabrica-que-fraudava-produtos-da-virginia
Lula culpa campanha de Flávio de atuar contra fim da 6x1
Presidente se referiu ao senador Rogério Marinho e disse que o país precisa sabem quem está “tentando impedir” a proposta da redução da jornada de trabalho