Política

Presidente da CPMI do INSS nega divulgação de conversas de Vorcaro

Senador Carlos Viana afirma que comissão atuou dentro da lei e cobra esclarecimento sobre origem da alegação

Imagem da noticia Presidente da CPMI do INSS nega divulgação de conversas de Vorcaro
O senador Carlos Viana | Carlos Moura/Agência Senado

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), negou nesta sexta-feira (6) que a comissão tenha divulgado conversas envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover
“Em relação à nota divulgada pelo ministro Alexandre de Moraes afirmando que a CPMI do INSS teria tornado públicas conversas envolvendo Daniel Vorcaro, é importante esclarecer que a comissão não divulgou qualquer material sigiloso envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal”, afirmou em publicação no X.

Segundo o parlamentar, a comissão “sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais”. Ele também afirmou ser necessário esclarecer de onde surgiu a alegação de que o conteúdo teria sido divulgado pela comissão.

A manifestação ocorre após o ministro do STF André Mendonça determinar a abertura de inquérito policial para investigar o vazamento de dados sigilosos de Vorcaro obtidos pela comissão. A decisão atendeu a um pedido da defesa do dono do Banco Master.

A alegação da Corte foi divulgada em resposta à reportagem do jornal O Globo. A publicação relatou que o banqueiro teria enviado mensagens por WhatsApp a Moraes no dia em que foi preso pela primeira vez, em 17 de novembro de 2025, no âmbito da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal.

De acordo com o tribunal, os prints dessas mensagens aparecem vinculados a outras pastas de contatos no computador de Vorcaro.

O STF também afirmou que não divulgará os nomes e os números de telefone associados aos arquivos porque os dados estão sob sigilo, mas indicou que essas informações “constam no arquivo que a CPMI do INSS disponibilizou para toda a imprensa”.

Últimas Notícias