Eleições

Flávio processa Lula pela 14 vez e acusa TSE de demora

Presidenciável questiona presidente por suposto uso eleitoral da máquina pública e ressalta que ações estão se acumulando por atraso do TSE

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Basília Rodrigues
Lula em evento cívico do Dia da Independência e Flávio Bolsonaro em atos do 7 de Setembro na Paulista | Reprodução

Lula em evento cívico do Dia da Independência e Flávio Bolsonaro em atos do 7 de Setembro na Paulista | Reprodução

A campanha de Flávio Bolsonaro reclamou nesta terça-feira (22) da demora do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em decidir sobre pedidos dele contra a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Flávio já processou a campanha de Lula 14 vezes. O pedido mais recente é por suposto uso indevido da máquina pública.

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A ação questiona dois eventos de Lula realizados nos dias 17 e 18 de setembro em visita ao complexo industrial da Eurofarma, em Montes Claros (MG), e uma agenda de segurança pública no Complexo da Polícia Rodoviária Federal, no Rio de Janeiro.

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Flávio acusa Lula de utilizar os atos oficiais para promoção eleitoral e ainda aproveitar da divulgação pelos canais institucionais do governo federal. No mesmo documento, a campanha cobra mais rapidez do TSE, hoje sob o comando do ministro Nunes Marques, que foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

“São, portanto, no mínimo 14 representações em mais de 5 meses”, contabiliza. “Diversas dessas ações permanecem sem pronunciamento jurisdicional, enquanto novos episódios continuam ocorrendo”, reclama.

De acordo com a campanha do candidato do PL, a demora do TSE em decidir “reduz o caráter preventivo da Justiça Eleitoral e afirma que, enquanto não são estabelecidos limites concretos, novos episódios se acumulam, novas representações precisam ser ajuizadas”.

A nova representação afirma que há uma repetição indevida de uso eleitoral de dependências, atos, serviços, eventos institucionais ou estruturas da Presidência da República.

Entre os casos já representados estão: entrevista de Lula no Palácio do Planalto, em abril; reuniões sobre terras raras e com a Anfavea; podcast gravado no Palácio da Alvorada; entrevista concedida no mesmo dia do debate presidencial; vídeo sobre o Banco Master; ações envolvendo medidas sobre combustíveis; além de uma live e outro podcast realizados no Alvorada.

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