Advocacia-Geral adia audiência pública sobre novas diretrizes da Meta
Reunião para discutir mudança na moderação de conteúdo nas redes sociais estava prevista para a quinta-feira (16); nova data não foi informada
V
Vinícius Nunes
15/01/2025, 15:30 • Atualizado em 15/01/2025, 15:30
compartilhar
Jorge Messias (Valter Campanato/Agência Brasil)
A Advocacia-Geral da União (AGU) cancelou a audiência pública que estava marcada para essa quinta-feira (16). A reunião serviria para discutir as novas diretrizes e políticas de checagem de fatos da Meta – dona do Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
A expectativa é que a audiência pública ocorra na próxima semana, com data, horário e local a serem definidos. A AGU disse que será “necessário um tempo maior para organização e confirmação dos participantes”.
“Serão convidados a participar órgãos governamentais e entidades da sociedade civil que lidam com o tema das redes sociais. Também serão convidados especialistas, acadêmicos e representantes das agências de checagem de fatos”, disse a AGU em nota.
O encontro é organizado pela própria AGU e pelos ministérios da Justiça e Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Mudanças na Meta
A controvérsia partiu da mudança no Programa de Verificação de Fatos, que será, segundo a empresa, encerrado apenas nos Estados Unidos. A Meta afirmou, em manifestação à AGU, que o programa permanecerá ativo no Brasil neste momento.
Em reação, a AGU declarou que a resposta da Meta causa grave preocupação no governo federal, “especialmente a confirmação da alteração e adoção, no Brasil, da Política de Conduta de Ódio que, à toda evidência, pode representar terreno fértil para violação da legislação e de preceitos constitucionais que protegem direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”.
Advocacia-Geral adia audiência pública sobre novas diretrizes da MetaReunião para discutir mudança na moderação de conteúdo nas redes sociais estava prevista para a quinta-feira (16); nova data não foi informadaTecnologia2025-01-15T15:30:13.004ZA Advocacia-Geral da União (AGU) cancelou a audiência pública que estava marcada para essa quinta-feira (16). A reunião serviria para discutir as – dona do Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp. A expectativa é que a audiência pública ocorra na próxima semana, com data, horário e local a serem definidos. A AGU disse que será “necessário um tempo maior para organização e confirmação dos participantes”. + “Serão convidados a participar órgãos governamentais e entidades da sociedade civil que lidam com o tema das redes sociais. Também serão convidados especialistas, acadêmicos e representantes das agências de checagem de fatos”, disse a AGU em nota. O encontro é organizado pela própria AGU e pelos ministérios da Justiça e Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Mudanças na Meta A controvérsia partiu da mudança no Programa de Verificação de Fatos, que será, segundo a empresa, encerrado apenas nos Estados Unidos. A Meta afirmou, em manifestação à AGU, que o programa permanecerá ativo no Brasil neste momento. Além da checagem de fatos, a empresa decidiu s. A empresa defende que as mudanças anunciadas buscam “o equilíbrio ideal entre a liberdade de expressão e a segurança”. + Em reação, a AGU declarou que a resposta da Meta causa grave preocupação no governo federal, “especialmente a confirmação da alteração e adoção, no Brasil, da Política de Conduta de Ódio que, à toda evidência, pode representar terreno fértil para violação da legislação e de preceitos constitucionais que protegem direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/tecnologia/agu-adia-audiencia-publica-sobre-novas-diretrizes-da-meta
Resgates dependem de máquinas emprestadas, diz venezuelano
Sem equipamentos, governo recorreu ao empréstimo de gruas, enquanto familiares tentam salvar vítimas com poucos recursos e denunciam demora das autoridades