Rio de Janeiro confirma duas novas mortes por febre oropouche
Vítimas são duas mulheres, uma de 34 anos, moradora de Macaé, e outra de 23, de Paraty
S
SBT News
22/05/2025, 01:34 • Atualizado em 22/05/2025, 01:34
compartilhar
O Rio de Janeiro confirmou, nesta quarta-feira (21), duas novas mortes por febre oropouche. As vítimas são duas mulheres, uma de 34 anos, moradora de Macaé, e outra de 23, de Paraty.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
De acordo com a secretaria estadual de Saúde, as duas tiveram os primeiros sintomas da doença em março deste ano, foram internadas e morreram dias depois.
Os casos são considerados isolados. Desde então, os municípios não registraram novos pacientes ou óbitos relacionados à doença.
Em 2025, o estado registrou 1.581 casos, e três óbitos pela doença. Os municípios que mais concentram notificações de casos suspeitos são: Cachoeiras de Macacu (649); Macaé (502); Angra dos Reis (320); Guapimirim (168) e Paraty (131).
Em 2024, foram registrados 128 casos confirmados da doença, com predominância na cidade de Piraí.
O que é a febre oropouche?
A febre ou doença de oropouche é causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília.
A transmissão ocorre principalmente por meio do vetor Culicoides paraensis, conhecido popularmente como maruim ou mosquito-pólvora. No ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas atuam como hospedeiros.
No ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros, e o mosquito Culex quinquefasciatus, popularmente conhecido como pernilongo, também pode transmitir o vírus.
Sintomas
Febre de início súbito
Dor de cabeça intensa (cefaleia)
Dor muscular (mialgia)
Dor articular (artralgia)
Tontura
Dor retro-ocular
Calafrios
Fotofobia
Náuseas e vômitos
Diarreia
Em alguns casos, podem ocorrer complicações mais graves, como acometimento do sistema nervoso central (meningite asséptica e meningoencefalite) - especialmente em pacientes com imunidade comprometida devido à outras doenças ou tratamentos - e ainda manifestações hemorrágicas (petéquias, epistaxe, gengivorragia).
Rio de Janeiro confirma duas novas mortes por febre oropoucheVítimas são duas mulheres, uma de 34 anos, moradora de Macaé, e outra de 23, de ParatySaúde2025-05-22T01:34:35.714ZO Rio de Janeiro confirmou, nesta quarta-feira (21), duas novas mortes por febre oropouche. As vítimas são duas mulheres, uma de 34 anos, moradora de Macaé, e outra de 23, de Paraty. De acordo com a secretaria estadual de Saúde, as duas tiveram os primeiros sintomas da doença em março deste ano, foram internadas e morreram dias depois. Os casos são considerados isolados. Desde então, os municípios não registraram novos pacientes ou óbitos relacionados à doença. Em 2025, o estado registrou 1.581 casos, e três óbitos pela doença. Os municípios que mais concentram notificações de casos suspeitos são: Cachoeiras de Macacu (649); Macaé (502); Angra dos Reis (320); Guapimirim (168) e Paraty (131). Em 2024, foram registrados 128 casos confirmados da doença, com predominância na cidade de Piraí. O que é a febre oropouche? A febre ou doença de oropouche é causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília. A transmissão ocorre principalmente por meio do vetor Culicoides paraensis, conhecido popularmente como maruim ou mosquito-pólvora. No ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas atuam como hospedeiros. No ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros, e o mosquito Culex quinquefasciatus, popularmente conhecido como pernilongo, também pode transmitir o vírus. Sintomas Em alguns casos, podem ocorrer complicações mais graves, como acometimento do sistema nervoso central (meningite asséptica e meningoencefalite) - especialmente em pacientes com imunidade comprometida devido à outras doenças ou tratamentos - e ainda manifestações hemorrágicas (petéquias, epistaxe, gengivorragia).São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/rio-de-janeiro-confirma-duas-novas-mortes-por-febre-oropouche
Hajime Moriyasu chamou o Galinho de herói e destacou a influência do ex-camisa 10 no desenvolvimento do futebol japonês antes do duelo pelas 16 avos da Copa
Fenômeno ocorre dias após os fortes tremores que atingiram o norte do país e deixaram centenas de vítimas, além de provocar danos em diferentes regiões