Com a liberação, o tratamento passa a estar autorizado para distribuição e uso no país, mas prazo de entrada no mercado depende da Eisai Laboratórios
Reuters
08/01/2026, 15:35 • Atualizado em 08/01/2026, 15:37
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Fachada da Anvisa, em Brasília | Divulgação/Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse nesta quinta-feira (8) que aprovou o uso do medicamento lecanemabe, sob o nome comercialLeqembi, para tratamento da doença de Alzheimer.
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O medicamento, inédito no país, é indicado para pacientes com comprometimento cognitivo leve e demência leve decorrentes da doença em fase inicial, de acordo com a Anvisa.
Com a liberação, o tratamento passa a estar autorizado para distribuição e uso no país, porém o prazo de entrada no mercado depende da Eisai Laboratórios, que detém o registro.
O anticorpo monoclonal, pertencente à classe dos produtos biológicos, deve ser administrado por infusão intravenosa, uma vez a cada duas semanas, acrescentou a agência.
De acordo com o registro, um estudo principal envolvendo cerca de 1.800 pessoas demonstrou que o medicamento conseguiu atrasar o declínio cognitivo em comparação com os pacientes que receberam placebo.
(Por Michael Susin em Barcelona)
Anvisa aprova novo medicamento contra AlzheimerCom a liberação, o tratamento passa a estar autorizado para distribuição e uso no país, mas prazo de entrada no mercado depende da Eisai LaboratóriosSaúde2026-01-08T15:35:59.951ZA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse nesta quinta-feira (8) que aprovou o uso do medicamento lecanemabe, sob o nome comercial Leqembi, para tratamento da doença de Alzheimer. O medicamento, inédito no país, é indicado para pacientes com comprometimento cognitivo leve e demência leve decorrentes da doença em fase inicial, de acordo com a Anvisa. Com a liberação, o tratamento passa a estar autorizado para distribuição e uso no país, porém o prazo de entrada no mercado depende da Eisai Laboratórios, que detém o registro. O anticorpo monoclonal, pertencente à classe dos produtos biológicos, deve ser administrado por infusão intravenosa, uma vez a cada duas semanas, acrescentou a agência. De acordo com o registro, um estudo principal envolvendo cerca de 1.800 pessoas demonstrou que o medicamento conseguiu atrasar o declínio cognitivo em comparação com os pacientes que receberam placebo. (Por Michael Susin em Barcelona)São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/anvisa-aprova-novo-medicamento-contra-alzheimer