Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e doença rara
Registros publicados no Diário Oficial autorizam uso de três novos tratamentos no Brasil, incluindo remédio que pode retardar avanço do diabetes tipo 1
A
Agência Brasil
Fachada do Prédio da ANVISA, em Brasília | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de três novos medicamentos para tratamento de diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário, uma doença genética rara. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Um dos registros aprovados é o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1 em estágio 3. O medicamento pode ser utilizado em pacientes adultos e crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença.
O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune crônica que geralmente aparece na infância. Nessa condição, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina.
Sem tratamento adequado, a doença pode aumentar o risco de complicações graves, como problemas cardíacos, renais e oculares.
Novo tratamento para câncer de mama avançado
A agência também aprovou o Datroway, indicado para pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático.
O medicamento é voltado para casos em que o tumor apresenta receptor hormonal positivo e HER2 negativo e para pacientes que já passaram por terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia.
O termo irressecável é usado quando o tumor não pode ser completamente removido por cirurgia. Já o câncer metastático ocorre quando a doença se espalha para outras partes do corpo.
Remédio aprovado para doença genética rara
Outro medicamento aprovado pela Anvisa foi o Andembry (garadacimabe), indicado para prevenir crises de angioedema hereditário.
A condição genética rara provoca episódios repentinos de inchaço em diferentes partes do corpo, como pele, mucosas e órgãos internos.
Esses episódios podem causar dor intensa e, em alguns casos, comprometer a respiração quando atingem as vias aéreas.
Colaborou Antonio Souza
Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e doença raraRegistros publicados no Diário Oficial autorizam uso de três novos tratamentos no Brasil, incluindo remédio que pode retardar avanço do diabetes tipo 1Saúde2026-03-11T03:57:25.957ZA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de três novos medicamentos para tratamento de diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário, uma doença genética rara. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9). Um dos registros aprovados é o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1 em estágio 3. O medicamento pode ser utilizado em pacientes adultos e crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença. + O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune crônica que geralmente aparece na infância. Nessa condição, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. Sem tratamento adequado, a doença pode aumentar o risco de complicações graves, como problemas cardíacos, renais e oculares. Novo tratamento para câncer de mama avançado A agência também aprovou o Datroway, indicado para pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático. O medicamento é voltado para casos em que o tumor apresenta receptor hormonal positivo e HER2 negativo e para pacientes que já passaram por terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia. + O termo irressecável é usado quando o tumor não pode ser completamente removido por cirurgia. Já o câncer metastático ocorre quando a doença se espalha para outras partes do corpo. Remédio aprovado para doença genética rara Outro medicamento aprovado pela Anvisa foi o Andembry (garadacimabe), indicado para prevenir crises de angioedema hereditário. A condição genética rara provoca episódios repentinos de inchaço em diferentes partes do corpo, como pele, mucosas e órgãos internos. Esses episódios podem causar dor intensa e, em alguns casos, comprometer a respiração quando atingem as vias aéreas.
Colaborou Antonio SouzaSão PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/anvisa-aprova-novos-medicamentos-para-diabetes-tipo-1-cancer-de-mama-e-doenca-rara
HIV cai 42,9% no mundo, mas metas da ONU seguem longe
Mortes reduziram 56% desde 2010, mas o mundo ainda registra 1,2 milhão de novas infecções, e cortes no financiamento ameaçam a meta de erradicar a Aids até 2030