Viana rebate governistas e diz que votos não foram suficientes para barrar quebra de sigilo de Lulinha
Presidente da CPMI do INSS afirma que eram necessários 16 votos para derrubar a pauta e contraria versão de aliados do governo
Paulo Sabbadin, Soane Guerreiro
26/02/2026, 19:57 • Atualizado em 26/02/2026, 19:57
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O senador e presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), alegou em entrevista ao SBT News que contou apenas sete votos governistas contra o requerimento que pedia a quebra de sigilo de Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante sessão nesta quinta-feira (26).
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Os aliados do governo Lula alegam que o placar teria sido de 14 votos a 10 contra o requerimento, como mostram imagens analisadas pelo SBT News.
Viana argumenta que, mesmo com essa contagem, os governistas seriam derrotados, porque a quantidade necessária para derrubar a pauta seria de 16 votos.
“O governo veio hoje com a estratégia de derrubar toda a pauta da CPMI. Eles queriam a votação em bloco e conseguiram a aprovação. Quando esse procedimento foi colocado, foi pedida a verificação de quórum. A partir desse momento, o que passa a contar é a quantidade de parlamentares, incluindo suplentes que votaram juntos com os titulares. O painel marcou 31 que votaram a favor da iniciativa do governo”, afirma o senador.
Após a decisão, uma confusão generalizada tomou conta da sessão. Congressistas da base do governo, como o deputado Rogerio Correia (PT-MG), se aproximaram da mesa da presidência protestando. Houve bate-boca, empurrões e tumulto entre parlamentares.
Viana rebate governistas e diz que votos não foram suficientes para barrar quebra de sigilo de LulinhaPresidente da CPMI do INSS afirma que eram necessários 16 votos para derrubar a pauta e contraria versão de aliados do governoPolítica2026-02-26T19:57:54.365ZO senador e presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), alegou em entrevista ao SBT News que contou apenas sete votos governistas contra o requerimento que pedia a quebra de sigilo de Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante sessão nesta quinta-feira (26). Os aliados do governo Lula alegam que o placar teria sido de 14 votos a 10 contra o requerimento, como mostram . Viana argumenta que, mesmo com essa contagem, os governistas seriam derrotados, porque a quantidade necessária para derrubar a pauta seria de 16 votos. “O governo veio hoje com a estratégia de derrubar toda a pauta da CPMI. Eles queriam a votação em bloco e conseguiram a aprovação. Quando esse procedimento foi colocado, foi pedida a verificação de quórum. A partir desse momento, o que passa a contar é a quantidade de parlamentares, incluindo suplentes que votaram juntos com os titulares. O painel marcou 31 que votaram a favor da iniciativa do governo”, afirma o senador. Após a decisão, uma . Congressistas da base do governo, como o deputado Rogerio Correia (PT-MG), se aproximaram da mesa da presidência protestando. Houve bate-boca, empurrões e tumulto entre parlamentares. Na sequência, , e pediram a anulação dos requerimentos aprovados na CPMI do INSS e a punição do presidente, senador Carlos Viana.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/viana-rebate-governistas-e-diz-que-votos-nao-foram-suficientes-para-barrar-quebra-de-sigilo-de-lulinha-1