União Brasil expulsa Chiquinho Brazão do partido após prisão como mandante da morte de Marielle
Deputado federal foi detido ao lado do irmão, Domingos Brazão. Investigação aponta que eles teriam encomendado o assassinato da vereadora
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Guilherme Resck, Gabriella Furquim
25/03/2024, 00:11 • Atualizado em 25/03/2024, 00:14
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O União Brasil expulsou o deputado federal Chiquinho Brazão do partido, na noite deste domingo (24). O parlamentar foi preso como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco.
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Em nota, a sigla informou que a decisão da Comissão Executiva Nacional do partido foi unânime. O texto destaca que “embora filiado, o parlamentar já não mantinha nenhum relacionamento com o partido e havia pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorização para se desfiliar”.
A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã deste domingo (24), suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco (Psol). A operação Murder Inc. resultou nas prisões do deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), de Domingos Brazão, irmão dele e conselheiro do Tribunal de Contas do estado, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ. O delegado também é acusado de obstruir a investigação.
Anderson Gomes, motorista da vereadora, também foi assassinado no crime, cometido em 14 de março de 2018. Em nota, a PF classificou os alvos como "autores intelectuais dos crimes".
A força-tarefa deste domingo ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro. A investigação apura crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça.
Além das prisões, o STF determinou as seguintes medidas:
Busca e apreensão domiciliar e pessoal;
Bloqueio de bens;
Afastamento das funções públicas;
E medidas cautelares diversas da prisão, como tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno, entrega de passaporte e suspensão do porte de armas, além de apresentação perante o juízo da execução no RJ.
A operação contou com participação da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, da Secretaria de Estado de Polícia Civil do RJ e do Ministério Público do estado (MPRJ).
União Brasil expulsa Chiquinho Brazão do partido após prisão como mandante da morte de MarielleDeputado federal foi detido ao lado do irmão, Domingos Brazão. Investigação aponta que eles teriam encomendado o assassinato da vereadoraPolítica2024-03-25T00:11:06.503ZO União Brasil expulsou o deputado federal Chiquinho Brazão do partido, na noite deste domingo (24). O parlamentar foi preso como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco. Em nota, a sigla informou que a decisão da Comissão Executiva Nacional do partido foi unânime. O texto destaca que “embora filiado, o parlamentar já não mantinha nenhum relacionamento com o partido e havia pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorização para se desfiliar”. Prisões A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã deste domingo (24), suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco (Psol). A operação Murder Inc. resultou nas prisões do deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), de Domingos Brazão, irmão dele e conselheiro do Tribunal de Contas do estado, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ. O delegado também é acusado de obstruir a investigação. Anderson Gomes, motorista da vereadora, também foi assassinado no crime, cometido em 14 de março de 2018. Em nota, a PF classificou os alvos como "autores intelectuais dos crimes". A força-tarefa deste domingo ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro. A investigação apura crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Além das prisões, o STF determinou as seguintes medidas: Busca e apreensão domiciliar e pessoal; Bloqueio de bens; Afastamento das funções públicas; E medidas cautelares diversas da prisão, como tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno, entrega de passaporte e suspensão do porte de armas, além de apresentação perante o juízo da execução no RJ. A operação contou com participação da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, da Secretaria de Estado de Polícia Civil do RJ e do Ministério Público do estado (MPRJ). São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/uniao-brasil-expulsa-chiquinho-brazao-do-partido-apos-prisao-como-mandante-da-morte-de-marielle
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