Deputada afirma que vídeo sobre parlamentares mais votados não foi direcionado ao ministro e diz que polarização reduz cobrança por resultados no Congresso
Vicklin Moraes, Raquel Landim , Basília Rodrigues , Nathalia Fruet, Victoria Abel
08/07/2026, 22:21 • Atualizado em 08/07/2026, 22:21
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A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) negou que o vídeo em que critica a atuação de parlamentares mais votados tenha sido um ataque ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, ela disse que o objetivo foi questionar a polarização política e a falta de cobrança por resultados no Congresso.
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Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (6), Tabata listou deputados federais mais votados do país e criticou o baixo número de projetos aprovados por eles na Câmara. “São milhões de brasileiros que deram seu voto de confiança e estão recebendo migalhas de retorno”, afirmou.
A parlamentar disse que a crítica não foi direcionada a um nome específico, mas ao modelo de disputa política atual.
“Eu não fiz uma crítica ao ministro Boulos. Fiz uma crítica a essa polarização que faz com que alguns deputados tenham milhões de votos não por entregas, mas porque viralizam e ganham atenção. Falta cobrança sobre o que foi feito na prática”, declarou.
No vídeo, Tabata cita nomes como Nikolas Ferreira (PL-MG), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP), Ricardo Salles (PL-SP) e o próprio Boulos. Ela afirma que o critério foi o número de votos e questiona a produtividade legislativa desses parlamentares.
Guilherme Boulos reagiu às declarações e criticou o posicionamento da deputada. “É lamentável ver esse tipo de fala vindo de alguém do campo progressista, ainda mais no momento em que estamos”, disse. O ministro destacou projetos de sua autoria, como a Lei das Cozinhas Solidárias, e afirmou ter orgulho de sua atuação no Congresso.
Tabata nega ataque a Boulos e critica polarizaçãoDeputada afirma que vídeo sobre parlamentares mais votados não foi direcionado ao ministro e diz que polarização reduz cobrança por resultados no CongressoPolítica2026-07-08T22:21:12.217ZA deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) negou que o vídeo em que critica a atuação de parlamentares mais votados tenha sido um ataque ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, ela disse que o objetivo foi questionar a polarização política e a falta de cobrança por resultados no Congresso. Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (6), Tabata listou deputados federais mais votados do país e criticou o baixo número de projetos aprovados por eles na Câmara. “São milhões de brasileiros que deram seu voto de confiança e estão recebendo migalhas de retorno”, afirmou. A parlamentar disse que a crítica não foi direcionada a um nome específico, mas ao modelo de disputa política atual. “Eu não fiz uma crítica ao ministro Boulos. Fiz uma crítica a essa polarização que faz com que alguns deputados tenham milhões de votos não por entregas, mas porque viralizam e ganham atenção. Falta cobrança sobre o que foi feito na prática”, declarou. No vídeo, Tabata cita nomes como Nikolas Ferreira (PL-MG), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP), Ricardo Salles (PL-SP) e o próprio Boulos. Ela afirma que o critério foi o número de votos e questiona a produtividade legislativa desses parlamentares. Guilherme Boulos reagiu às declarações e criticou o posicionamento da deputada. “É lamentável ver esse tipo de fala vindo de alguém do campo progressista, ainda mais no momento em que estamos”, disse. O ministro destacou projetos de sua autoria, como a Lei das Cozinhas Solidárias, e afirmou ter orgulho de sua atuação no Congresso. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/tabata-nega-ataque-a-boulos-e-critica-polarizacao
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