Skaf diz que PEC governista “engessa” relações trabalhistas
Em entrevista ao SBT News, presidente da Fiesp afirma que texto aprovado na Câmara representa atraso e defende flexibilização da jornada
M
SBT News, Murillo Otavio
Paulo Skafe - Reprodução Agência Brasil Fotos
O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, afirmou nesta quinta-feira (28) que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada na Câmara dos Deputados, que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais de forma escalonada, pode engessar as relações trabalhistas no país. Segundo ele, o tema foi tratado com viés eleitoral.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
“Essa PEC aprovada ontem é pura legislação, é o atraso, é um engessamento total. Tudo muito atrasado, nada a ver com o presente e futuro”, declarou Skaf.
Para justificar sua avaliação, ele citou o caso do Chile, país que adotou mudanças semelhantes às debatidas na Câmara. Segundo Skaf, a medida provocou aumento do desemprego e da inflação no país vizinho. O presidente da Fiesp também afirmou que a discussão sobre a proposta foi conduzida de forma eleitoral e que o tema ganhou celeridade anormal.
Em contrapartida, Skaf elogiou a proposta apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN). O parlamentar protocolou nesta quinta-feira (28) uma PEC complementar ao texto aprovado na Câmara que extingue a escala de trabalho 6x1.
A proposta da oposição cria uma alternativa à jornada de cinco dias de trabalho e 40 horas semanais prevista na PEC aprovada pelos deputados. Na prática, o texto permite escalas acima desse limite, com remuneração baseada nas horas trabalhadas.
Sobre a proposta alternativa, Skaf afirmou: “PEC flexível, que dá direito das pessoas negociarem seus interesses. Por razões particulares, os trabalhadores podem negociar as horas, mantendo todos os direitos trabalhistas. O moderno é flexibilidade.”
Skaf diz que PEC governista “engessa” relações trabalhistas Em entrevista ao SBT News, presidente da Fiesp afirma que texto aprovado na Câmara representa atraso e defende flexibilização da jornadaPolítica2026-05-28T19:19:11.418ZO presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, afirmou nesta quinta-feira (28) que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada na Câmara dos Deputados, que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais de forma escalonada, pode engessar as relações trabalhistas no país. Segundo ele, o tema foi tratado com viés eleitoral. “Essa PEC aprovada ontem é pura legislação, é o atraso, é um engessamento total. Tudo muito atrasado, nada a ver com o presente e futuro”, declarou Skaf. Para justificar sua avaliação, ele citou o caso do Chile, país que adotou mudanças semelhantes às debatidas na Câmara. Segundo Skaf, a medida provocou aumento do desemprego e da inflação no país vizinho. O presidente da Fiesp também afirmou que a discussão sobre a proposta foi conduzida de forma eleitoral e que o tema ganhou celeridade anormal. Em contrapartida, Skaf elogiou a proposta apresentada pelo O parlamentar protocolou nesta quinta-feira (28) uma PEC complementar ao texto aprovado na Câmara que extingue a escala de trabalho 6x1. A proposta da oposição cria uma alternativa à jornada de cinco dias de trabalho e 40 horas semanais prevista na PEC aprovada pelos deputados. Na prática, o texto permite escalas acima desse limite, com remuneração baseada nas horas trabalhadas. Sobre a proposta alternativa, Skaf afirmou: “PEC flexível, que dá direito das pessoas negociarem seus interesses. Por razões particulares, os trabalhadores podem negociar as horas, mantendo todos os direitos trabalhistas. O moderno é flexibilidade.”São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/skaf-diz-que-pec-governista-engessa-relacoes-trabalhistas
Embaixadora precisará de autorização para entrar nos EUA
Fontes governistas dizem que não houve "cancelamento ou revogação" do documento de Maria Viotti, mas, sim, uma mudança no número de entradas permitidas no país
Apesar de corte na Selic, Fiesp critica juros altos
Mesmo com redução da taxa básica para 14% ao ano, entidade afirma que custo do crédito segue elevado, trava investimentos e agrava o endividamento das famílias