Sindicato dos funcionários do Banco Central critica ataque dos EUA ao Pix
Sindicato afirma que investigação norte-americana contra o método de pagamento “acendeu um alerta” à soberania financeira do país
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Rafael Corrieri
O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) defendeu o Pix das críticas feitas pelo Governo dos EUA. A investigação norte-americana contra o método de pagamento “acendeu um alerta” aos riscos à soberania financeira nacional, diz o sindicato em manifestação, nesta quinta-feira (17).
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O governo dos Estados Unidos abriu uma investigação comercial contra o Brasil. O Pix é analisado pelos governo Trump como uma “prática desleal”. O presidente norte-americano havia mencionado a intenção de apurar as práticas comerciais do Brasil em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que também anunciou taxação de 50% sobre produtos brasileiros.
O sindicato defendeu o modelo de pagamento desenvolvido pelo Banco Central (BC) e afirmou que o Pix “revolucionou o sistema financeiro” ao permitir pagamentos instantâneos e sem custos.
“O Pix é um sistema eletrônico de pagamentos instantâneo, gratuito para pessoas físicas, desenvolvido pelos servidores do Banco Central do Brasil e lançado em 2020. Com mais de 175 milhões de usuários, o Pix revolucionou o sistema financeiro nacional ao permitir transferências e pagamentos em tempo real, sem custos”, diz a nota.
A nota também criticou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 65/2023 que propõe transformar o Banco Central em uma entidade de direito privado. O texto está em tramitação no Senado. Segundo o sindicato, a PEC é uma “ameaça concreta” ao Pix e a política monetária do país.
“A proposta também criará um ente autônomo e desvinculado do controle democrático, reduzindo o poder do eleitor de influenciar a política econômica por meio do voto”, afirma o sindicato.
O texto também alerta que, caso a PEC seja aprovada, existe risco de cobrança de tarifas sobre Pix. A presidente regional de Brasília do Sinal, Edna Velho, afirma que o BC “não pode ser entregue à lógica do lucro de grande conglomerados financeiros”.
“Defender o Banco Central como órgão de Estado é defender a soberania do Brasil perante ataques como esse, feito pelo governo dos Estados Unidos”, afirma Edna.
Sindicato dos funcionários do Banco Central critica ataque dos EUA ao PixSindicato afirma que investigação norte-americana contra o método de pagamento “acendeu um alerta” à soberania financeira do paísPolítica2025-07-17T22:20:55.813ZO Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) defendeu o Pix das críticas feitas pelo Governo dos EUA. A investigação norte-americana contra o método de pagamento “acendeu um alerta” aos riscos à soberania financeira nacional, diz o sindicato em manifestação, nesta quinta-feira (17). O governo dos Estados Unidos abriu uma investigação comercial contra o Brasil. O Pix é analisado pelos governo Trump como uma “prática desleal”. O presidente norte-americano havia mencionado a intenção de apurar as práticas comerciais do Brasil em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que também anunciou taxação de 50% sobre produtos brasileiros. O sindicato defendeu o modelo de pagamento desenvolvido pelo Banco Central (BC) e afirmou que o Pix “revolucionou o sistema financeiro” ao permitir pagamentos instantâneos e sem custos. “O Pix é um sistema eletrônico de pagamentos instantâneo, gratuito para pessoas físicas, desenvolvido pelos servidores do Banco Central do Brasil e lançado em 2020. Com mais de 175 milhões de usuários, o Pix revolucionou o sistema financeiro nacional ao permitir transferências e pagamentos em tempo real, sem custos”, diz a nota. A nota também criticou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 65/2023 que propõe transformar o Banco Central em uma entidade de direito privado. O texto está em tramitação no Senado. Segundo o sindicato, a PEC é uma “ameaça concreta” ao Pix e a política monetária do país. “A proposta também criará um ente autônomo e desvinculado do controle democrático, reduzindo o poder do eleitor de influenciar a política econômica por meio do voto”, afirma o sindicato. O texto também alerta que, caso a PEC seja aprovada, existe risco de cobrança de tarifas sobre Pix. A presidente regional de Brasília do Sinal, Edna Velho, afirma que o BC “não pode ser entregue à lógica do lucro de grande conglomerados financeiros”. “Defender o Banco Central como órgão de Estado é defender a soberania do Brasil perante ataques como esse, feito pelo governo dos Estados Unidos”, afirma Edna. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/sindicato-dos-funcionarios-do-banco-central-criticam-ataque-dos-eua-ao-pix
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