Retirar adesivos atrasou ônibus, diz prefeito de Salvador
Bruno Reis negou motivação política na redução da frota; TRE-BA determinou que a PF prenda secretário municipal de Mobilidade em flagrante
SBT News
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), atribuiu os atrasos na saída dos ônibus das garagens na manhã deste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026, à retirada de adesivos de propaganda eleitoral dos veículos. Em coletiva de imprensa no Palácio Thomé de Souza, sede da Prefeitura, ele afirmou que a operação foi regularizada e que a frota em circulação superava a disponibilizada em eleições anteriores.
🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Segundo Bruno Reis, a retirada manual dos adesivos atrasou a liberação dos coletivos. O prefeito afirmou que, ao perceber que o procedimento poderia comprometer o transporte dos eleitores, a administração municipal determinou que os veículos fossem liberados mesmo com o material.
“A retirada desses adesivos levou ao atraso da operação. Quando a Prefeitura percebeu que isso iria comprometer todo o processo, de imediato determinou que os ônibus pudessem sair mesmo com adesivos de propagandas eleitorais”, explicou.
O prefeito negou que a gestão municipal tenha orientado a retenção dos ônibus por motivação política. Ele também afirmou que a oferta de transporte gratuito nos dias de votação já era uma prática adotada durante sua gestão e que não havia registrado problemas semelhantes em eleições anteriores.
“Esta não é a primeira vez que a Prefeitura oferece o transporte gratuito. Ocorreu em todas as eleições durante o meu período como prefeito e nunca tivemos qualquer problema”, declarou.
Questionado sobre quantos ônibus deveriam estar operando e quantos efetivamente circulavam naquele momento, Bruno Reis disse não dispor dos números detalhados.
Segundo ele, o decreto municipal estabelece a oferta de veículos em quantidade suficiente para atender à demanda durante o período de votação. O prefeito acrescentou que, caso a determinação não tenha sido cumprida, a responsabilidade poderia ser das empresas operadoras, mas ressaltou que não tinha informações para confirmar eventual descumprimento.
Bruno Reis também declarou que a frota em circulação naquele domingo era superior à utilizada em eleições anteriores, incluindo o primeiro turno de 2026.
A declaração ocorre em meio a uma determinação do presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Maurício Kertzman Szporer, para que a Polícia Federal (PF) prenda em flagrante o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, diante da redução da frota de ônibus durante o segundo turno das eleições.
Segundo o desembargador, a PF deverá fiscalizar as garagens identificadas no processo para assegurar a liberação dos veículos e adotar as providências cabíveis contra quem impedir ou dificultar o cumprimento da ordem judicial.
Bruno Reis também defendeu o perfil técnico de Pablo Souza, alvo da determinação judicial. O prefeito afirmou que o secretário não tem filiação partidária e destacou sua experiência profissional na organização de grandes eventos, incluindo a Copa do Mundo, a Copa América e os Jogos Olímpicos.
As declarações ocorreram em meio a reclamações de passageiros sobre a falta de ônibus e as dificuldades para chegar aos locais de votação. O Procon-BA informou ter identificado 544 veículos parados em cinco garagens de empresas de transporte durante uma fiscalização realizada neste domingo.
Retirar adesivos atrasou ônibus, diz prefeito de SalvadorBruno Reis negou motivação política na redução da frota; TRE-BA determinou que a PF prenda secretário municipal de Mobilidade em flagrantePolítica2026-10-25T21:13:25.418ZO prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), atribuiu os atrasos na saída dos ônibus das garagens na manhã deste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026, à retirada de adesivos de propaganda eleitoral dos veículos. Em coletiva de imprensa no Palácio Thomé de Souza, sede da Prefeitura, ele afirmou que a operação foi regularizada e que a frota em circulação superava a disponibilizada em eleições anteriores. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Segundo Bruno Reis, a retirada manual dos adesivos atrasou a liberação dos coletivos. O prefeito afirmou que, ao perceber que o procedimento poderia comprometer o transporte dos eleitores, a administração municipal determinou que os veículos fossem liberados mesmo com o material. “A retirada desses adesivos levou ao atraso da operação. Quando a Prefeitura percebeu que isso iria comprometer todo o processo, de imediato determinou que os ônibus pudessem sair mesmo com adesivos de propagandas eleitorais”, explicou.
O prefeito negou que a gestão municipal tenha orientado a retenção dos ônibus por motivação política. Ele também afirmou que a oferta de transporte gratuito nos dias de votação já era uma prática adotada durante sua gestão e que não havia registrado problemas semelhantes em eleições anteriores. “Esta não é a primeira vez que a Prefeitura oferece o transporte gratuito. Ocorreu em todas as eleições durante o meu período como prefeito e nunca tivemos qualquer problema”, declarou. Questionado sobre quantos ônibus deveriam estar operando e quantos efetivamente circulavam naquele momento, Bruno Reis disse não dispor dos números detalhados. Segundo ele, o decreto municipal estabelece a oferta de veículos em quantidade suficiente para atender à demanda durante o período de votação. O prefeito acrescentou que, caso a determinação não tenha sido cumprida, a responsabilidade poderia ser das empresas operadoras, mas ressaltou que não tinha informações para confirmar eventual descumprimento. Bruno Reis também declarou que a frota em circulação naquele domingo era superior à utilizada em eleições anteriores, incluindo o primeiro turno de 2026. A declaração ocorre em meio a uma determinação do presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Maurício Kertzman Szporer, para que a Polícia Federal (PF) prenda em flagrante o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, diante da redução da frota de ônibus durante o segundo turno das eleições. Segundo o desembargador, a PF deverá fiscalizar as garagens identificadas no processo para assegurar a liberação dos veículos e adotar as providências cabíveis contra quem impedir ou dificultar o cumprimento da ordem judicial. Bruno Reis também defendeu o perfil técnico de Pablo Souza, alvo da determinação judicial. O prefeito afirmou que o secretário não tem filiação partidária e destacou sua experiência profissional na organização de grandes eventos, incluindo a Copa do Mundo, a Copa América e os Jogos Olímpicos. As declarações ocorreram em meio a reclamações de passageiros sobre a falta de ônibus e as dificuldades para chegar aos locais de votação. O Procon-BA informou ter identificado 544 veículos parados em cinco garagens de empresas de transporte durante uma fiscalização realizada neste domingo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/retirar-adesivos-atrasou-onibus-diz-prefeito-de-salvador-1
Ministro do STF determinou que votação presidencial vá até 19h e esclareceu que decisão só se aplica nas seções em que boletins de urna não foram emitidos
Antes de decisão do STF que estendeu votação até as 19h, presidente do TSE havia dado 30 minutos para órgãos prestarem informações sobre transporte público