Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) aponta que, entre os brasileiros que ficaram sabendo da fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos, 62% acham que ele errou ao deixar o Brasil após perder as eleições de 2026 para o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui.
Para 29%, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) agiu de forma certa. Outros 9% não sabem ou não responderam. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
O levantamento mostra que a saída do senador do país é o fato político mais popular entre entrevistados nos últimos anos: 89% ficaram sabendo da notícia, percentual acima de acontecimentos como o escândalo do Banco Master (75%) e o envolvimento do ministro Alexandre de Moraes, do STF, com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro (73%).
A ida do parlamentar para os EUA dividiu eleitores que se consideram de direita: 46% opinam que Flávio acertou ao deixar o Brasil e 45% afirmam que ele tomou a decisão errada. Outros 9% não sabem ou não responderam.
Entre bolsonaristas, 90% apoiam a fuga e apenas 5% desaprovam. Entre eleitores de Lula, 92% reprovam e somente 4% veem a atitude como certa.
Já entre eleitores que se autointitulam independentes, 63% acham que Flávio Bolsonaro errou e 21% opinam que ele acertou. Outros 16% não sabem ou não responderam.
Pesquisadores também perguntaram às pessoas sobre qual o motivo para o senador ter saído do país. Para 56%, ele fugiu para escapar da Justiça. Flávio é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal.
Um deles, sob relatoria de Moraes, apura suspeitas de lavagem de dinheiro em negócios com o advogado Willer Tomaz, amigo do parlamentar que mora nos EUA. O outro, que tem André Mendonça como relator, averigua possíveis irregularidades no orçamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro que contou com repasses milionários de Vorcaro.
Outros 35%, no entanto, acham que Flávio deixou o Brasil para se proteger de perseguição política. O mandato do senador termina em fevereiro de 2027, quando ele perderá o chamado foro privilegiado. Apenas 2% refutam as duas opções. E 7% não sabem ou não responderam.
Já entre eleitores que se consideram independentes, 53% afirmam que Flávio foi aos EUA para fugir dos inquéritos, enquanto 32% acolhem a ideia de que ele é perseguido político.
A amostra ainda reúne dados sobre a reação do candidato derrotado ao resultado das eleições: antes de fugir do Brasil, ele disse não reconhecer a vitória de Lula, sem apresentar provas de fraudes ou irregularidades na apuração dos votos.
Para 60%, Flávio Bolsonaro reagiu mal, enquanto 25% aprovam o comportamento dele. Outros 9% escolheram a opção "nem bem, nem mal" e 6% não sabem ou não responderam.
Em relação à atitude de questionar o resultado das urnas eletrônicas, 59% desaprovam o comportamento do senador e 34% aprovam. Outros 7% não sabem ou não responderam.
A pesquisa Quaest entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. A confiabilidade da margem de erro é de 95%.
Quaest: 62% acham que Flávio errou ao fugir para os EUAPara 56%, candidato à Presidência derrotado para Lula saiu do Brasil para escapar da JustiçaPolítica2026-11-08T12:51:19.422ZPesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) aponta que, entre os brasileiros que ficaram sabendo da fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos, 62% acham que ele errou ao deixar o Brasil após perder as eleições de 2026 para o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . Para 29%, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) agiu de forma certa. Outros 9% não sabem ou não responderam. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O levantamento mostra que a saída do senador do país é o fato político mais popular entre entrevistados nos últimos anos: 89% ficaram sabendo da notícia, percentual acima de acontecimentos como o escândalo do Banco Master (75%) e o envolvimento do ministro Alexandre de Moraes, do STF, com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro (73%). A ida do parlamentar para os EUA dividiu eleitores que se consideram de direita: 46% opinam que Flávio acertou ao deixar o Brasil e 45% afirmam que ele tomou a decisão errada. Outros 9% não sabem ou não responderam. Entre bolsonaristas, 90% apoiam a fuga e apenas 5% desaprovam. Entre eleitores de Lula, 92% reprovam e somente 4% veem a atitude como certa. Já entre eleitores que se autointitulam independentes, 63% acham que Flávio Bolsonaro errou e 21% opinam que ele acertou. Outros 16% não sabem ou não responderam. Pesquisadores também perguntaram às pessoas sobre qual o motivo para o senador ter saído do país. Para 56%, ele fugiu para escapar da Justiça. Flávio é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Um deles, sob relatoria de Moraes, apura suspeitas de lavagem de dinheiro em negócios com o advogado Willer Tomaz, amigo do parlamentar que mora nos EUA. O outro, que tem André Mendonça como relator, averigua possíveis irregularidades no orçamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro que contou com repasses milionários de Vorcaro. Outros 35%, no entanto, acham que Flávio deixou o Brasil para se proteger de perseguição política. O mandato do senador termina em fevereiro de 2027, quando ele perderá o chamado foro privilegiado. Apenas 2% refutam as duas opções. E 7% não sabem ou não responderam. Entre bolsonaristas, 93% acreditam na hipótese de perseguição política, enquanto 6% apontam que o parlamentar fugiu da Justiça. Opiniões são mais divididas entre eleitores de direita: 51% apontam perseguição política e 42% creem que ele quis escapar de investigações. Já entre eleitores que se consideram independentes, 53% afirmam que Flávio foi aos EUA para fugir dos inquéritos, enquanto 32% acolhem a ideia de que ele é perseguido político. A amostra ainda reúne dados sobre a reação do candidato derrotado ao resultado das eleições: antes de fugir do Brasil, ele disse não reconhecer a vitória de Lula, sem apresentar provas de fraudes ou irregularidades na apuração dos votos. Para 60%, Flávio Bolsonaro reagiu mal, enquanto 25% aprovam o comportamento dele. Outros 9% escolheram a opção "nem bem, nem mal" e 6% não sabem ou não responderam. Em relação à atitude de questionar o resultado das urnas eletrônicas, 59% desaprovam o comportamento do senador e 34% aprovam. Outros 7% não sabem ou não responderam. A pesquisa Quaest entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. A confiabilidade da margem de erro é de 95%.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/quaest-62-acham-que-flavio-errou-ao-fugir-para-os-eua