Operação investiga origem de mais de R$ 450 mil encontrados em apartamento do deputado; ele e o correligionário Carlos Jordy foram alvos de buscas em dezembro
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Anita Prado, Felipe Moraes
01/07/2026, 11:04 • Atualizado em 01/07/2026, 11:27
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Deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) | Divulgação/Bruno Spada/Câmara dos Deputados
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (1º) a operaçãoGalho Fraco II, que aprofunda investigação sobre supostos desvios envolvendo recursos da cota parlamentar. A PF mira advogados do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, para apurar aorigem de mais de R$ 450 mil encontrados em apartamento funcional do parlamentar, em fase anterior da força-tarefa.
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Mandados judiciais foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e estão sendo cumpridos no Distrito Federal, em Goiás e Minas Gerais para "coleta e preservação de elementos de prova", segundo a PF. Durante as buscas, agentes encontraram dinheiro nas casas de advogados no DF e em MG.
Dinheiro em espécie e relógio de luxo encontrados pela PF durante buscas em endereços de alvos | Divulgação/Polícia Federal
À época, a PF encontrou R$ 468,7 mil em espécie em um endereço vinculado a Sóstenes. Um dos alvos da ação de hoje é um advogado do congressista que apresentou a versão de que essa quantia seria fruto da venda de um imóvel. O SBT News procurou o deputado e aguarda resposta.
Dinheiro apreendido durante cumprimento de mandado | Divulgação/PF
A apuração avança, na atual fase, investigando a movimentação e destinação de dinheiro da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). Em etapas anteriores, a operação identificou supostas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos a partir desses recursos — daí o nome da força-tarefa, Rent a Car ("alugue um carro").
"As investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente utilizadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos. Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual", explicou a PF.
A investigação apura suspeita dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.
PF mira advogados de Sóstenes CavalcanteOperação investiga origem de mais de R$ 450 mil encontrados em apartamento do deputado; ele e o correligionário Carlos Jordy foram alvos de buscas em dezembroPolítica2026-07-01T11:04:45.290ZA Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (1º) a operação Galho Fraco II, que aprofunda investigação sobre supostos desvios envolvendo recursos da cota parlamentar. A PF mira advogados do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, para apurar a funcional do parlamentar, em fase anterior da força-tarefa. Mandados judiciais foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e estão sendo cumpridos no Distrito Federal, em Goiás e Minas Gerais para "coleta e preservação de elementos de prova", segundo a PF. Durante as buscas, agentes encontraram dinheiro nas casas de advogados no DF e em MG. A força-tarefa de hoje acontece no âmbito da terceira fase da força-tarefa Rent a Car e é um passado. À época, a PF encontrou R$ 468,7 mil em espécie em um endereço vinculado a Sóstenes. Um dos alvos da ação de hoje é um advogado do congressista que apresentou a versão de que essa quantia seria . O SBT News procurou o deputado e aguarda resposta. A apuração avança, na atual fase, investigando a movimentação e destinação de dinheiro da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). Em etapas anteriores, a operação identificou supostas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos a partir desses recursos — daí o nome da força-tarefa, Rent a Car ("alugue um carro"). "As investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente utilizadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos. Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual", explicou a PF. A investigação apura suspeita dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pf-mira-assessores-e-advogados-de-sostenes-cavalcante