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Questionado por jornalistas sobre quando o texto deve ser votado, Alcolumbre afirmou que não tinha "uma resposta para dar sobre" a análise da proposta e que ainda conversaria com outros parlamentares.
"Observei muito a fala do presidente da República nas duas conversas que eu tive com ele e realmente o governo tem um desejo de que as pautas prioritárias possam tramitar. Então eu ouvi, compreendi a importância e vou falar com os senadores", declarou.
Mais cedo, pela manhã, Alcolumbre se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio da Alvorada, em Brasília. Foi a segunda reunião entre Lula e Alcolumbre em agosto. Na terça-feira passada (4), os dois participaram de um jantar na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que intermediou o encontro ao lado do ministro Cristiano Zanin.
A relação entre Lula e Alcolumbre vinha sendo marcada por divergências desde novembro de 2025, quando o presidente indicou o então ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para uma vaga no STF. Alcolumbre defendia a indicação do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG).
Em abril deste ano, senadores rejeitaram o nome de Messias, em uma derrota para o governo. Alcolumbre negou ter articulado contra o indicado. A indicação frustrada se somou a outros atritos entre o Palácio do Planalto e o Senado, incluindo a votação de pautas de impacto fiscal.
O governo considera prioritárias no Senado as PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da segurança pública. A proposta sobre a jornada de trabalho foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado no fim de maio.
Alcolumbre determinou que a PEC passasse pelas comissões da Casa e sinalizou que a tramitação não teria a mesma celeridade registrada na Câmara. Até o momento, não há data definida para a votação em plenário.
"Pergunta delicada", diz Alcolumbre sobre votação da 6x1Presidente do Senado afirmou que ainda não há definição sobre votação da PEC e disse que vai conversar com os demais senadoresPolítica2026-08-13T10:49:54.763ZO presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou na noite de quarta-feira (12), após a sessão plenária da Casa, que a expectativa de votação da é uma "pergunta delicada". 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp!e siga o canal do SBT News. Questionado por jornalistas sobre quando o texto deve ser votado, Alcolumbre afirmou que não tinha "uma resposta para dar sobre" a análise da proposta e que ainda conversaria com outros parlamentares. "Observei muito a fala do presidente da República nas duas conversas que eu tive com ele e realmente o governo tem um desejo de que as pautas prioritárias possam tramitar. Então eu ouvi, compreendi a importância e vou falar com os senadores", declarou. Mais cedo, pela manhã, , no Palácio da Alvorada, em Brasília. Foi a segunda reunião entre Lula e Alcolumbre em agosto. Na terça-feira passada (4), os dois participaram de um jantar na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que intermediou o encontro ao lado do ministro Cristiano Zanin. A relação entre Lula e Alcolumbre vinha sendo marcada por divergências desde novembro de 2025, quando o presidente indicou o então ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para uma vaga no STF. Alcolumbre defendia a indicação do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG). Em abril deste ano, , em uma derrota para o governo. Alcolumbre negou ter articulado contra o indicado. A indicação frustrada se somou a outros atritos entre o Palácio do Planalto e o Senado, incluindo a votação de pautas de impacto fiscal. O governo considera prioritárias no Senado as PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da segurança pública. A proposta sobre a jornada de trabalho foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado no fim de maio. Alcolumbre determinou que a PEC passasse pelas comissões da Casa e sinalizou que a tramitação não teria a mesma celeridade registrada na Câmara. Até o momento, não há data definida para a votação em plenário.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pergunta-delicada-diz-alcolumbre-sobre-votacao-da-6x1