Política

Nunes Marques é eleito presidente do TSE e comandará eleições de outubro

Eleição foi antecipada pela ministra Cármen Lúcia; André Mendonça será o vice-presidente

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O ministro Nunes Marques | Marcelo Camargo/Agência Brasil
• Atualizado em

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu nesta terça-feira (14) o ministro Kassio Nunes Marques para comandar a Corte Eleitoral pelos próximos dois anos, até 25 de maio de 2027. O ministro será responsável por supervisionar as eleições gerais de outubro deste ano.

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O rito de sucessão foi antecipado pela atual presidente, Cármen Lúcia, devido ao tempo curto de transição de olho no pleito de outubro. Seguindo o esquema de rodízio, a vice-presidência ficará com o ministro André Mendonça. A posse da nova diretoria está prevista para o final de maio.

A eleição foi realizada em urnas eletrônicas e seguiu rito pro forma: todos votaram por Nunes Marques, exceto o próprio, que depositou seu voto em Mendonça. A prática é comum no TSE.

"Agradeço a confiança em mim depositada por todos os meus pares. É uma das maiores honras da minha vida poder ser eleito para presidir o Tribunal Superior Eleitoral", disse o novo presidente da Corte em rápido discurso.

Segundo comunicado do TSE, "a antecipação funciona como marco inicial para o compartilhamento de dados e o planejamento logístico junto aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs)".

O TSE também informou que a atual gestão vai finalizar o mandato "com as diretrizes" para as eleições gerais "já consolidadas", mas ponderou que "caberá ao sucessor do cargo", Nunes Marques, "fiscalizar a aplicação prática das normas".

Além de acelerar o processo sucessório, Cármen Lúcia também deixará a Corte Eleitoral antes do prazo final. A ministra poderia atuar no tribunal até agosto, mas deve deixar sua cadeira depois da posse do novo presidente. Com sua saída, o ministro Dias Toffoli assumirá a terceira cadeira reservada ao STF no Tribunal Superior Eleitoral.

A composição do TSE inclui ainda dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas. A presidência é sempre exercida por um dos integrantes do STF.

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