Moraes nega ida imediata de Bolsonaro ao hospital após queda e pede detalhes
Ministro do STF pediu que defesa informe quais exames considera necessários para avaliar se podem ser realizados na PF




Jessica Cardoso
Paola Cuenca
Soane Guerreiro
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou nesta terça-feira (6) a ida imediata de Jair Bolsonaro (PL) ao hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames após o ex-presidente sofrer uma queda.
Na decisão, Moraes também determinou que a defesa de Bolsonaro informe quais exames considera necessários para avaliar se podem ser realizados na Superintendência da Polícia Federal (PF).
Durante a madrugada desta terça-feira (6), Bolsonaro caiu na cela especial onde cumpre pena e bateu a cabeça em um móvel.
Segundo nota divulgada pela PF, ele recebeu atendimento médico ainda pela manhã, apresentou ferimentos leves e não houve indicação de encaminhamento hospitalar, sendo recomendada apenas observação clínica.
"Dessa maneira, não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal", disse o ministro na decisão.
Moras ordenou ainda que o laudo da corporação seja juntado aos autos.
Mais cedo, o médico pessoal do ex-presidente Cláudio Birolino afirmou ao SBT News que Bolsonaro sofreu um traumatismo ucraniano e que o ex-presidente passaria por exames.
Resposta da defesa
Após a decisão, os advogados informaram ao STF que Bolsonaro precisará realizar uma tomografia computadorizada do crânio, uma ressonância magnética do crânio e um eletroencefalograma.









