Ministro rebate EUA sobre desmatamento e madeira ilegal
Capobianco desmente acusação dos EUA de que o Brasil teria desmatamento desenfreado e exportação de madeira ilegal
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Artur Maldaner, Valentina Moreira
16/07/2026, 21:29 • Atualizado em 16/07/2026, 21:31
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Ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, João Paulo Capobianco | Foto: Júlio César Silva/MDIC
O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta (16) que os argumentos ambientais utilizados pelos Estados Unidos para a aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros são “absolutamente improcedentes”.
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O governo dos EUA acusa o Brasil, por meio de investigação conduzida pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA), de desmatamento desenfreado e exportação de madeira ilegal.
“É indignante ver o trabalho feito pelo Brasil sendo distorcido como uma justificativa para uma taxação ilegítima e absolutamente irregular”, disse o ministro em coletiva de imprensa.
Em seu depoimento, Capobianco explicou que a acusação dos EUA de desmatamento é inverídica, já que o Brasil demonstrou de forma técnica em reuniões os avanços do combate à prática.
“Na Amazônia nós reduzimos 50% do desmatamento nos últimos três anos, e nesse ano continuamos reduzindo. Aliás, recentemente foi noticiada uma queda recorde do desmatamento no mês de junho, caindo 38%, sendo que no primeiro semestre de 2026 tivemos o menor índice da última década”, destacou.
Segundo o ministro, após verificarem que seria impossível continuar acusando o Brasil pela prática, os Estados Unidos divulgaram uma “informação ainda mais falsa”, que o país estaria inundando o mercado internacional com madeira de origem ilegal, prejudicando a participação de empresas norte-americanas.
Capobianco afirmou que essa acusação é inverídica, já que o sistema de exportação de madeira é um dos mais rigorosos de todo o sistema de controle ambiental. “Toda madeira exportada é certificada e passa por acompanhamento desde sua origem, na floresta, até o embarque monitorado pelo Ibama e Receita Federal”, disse.
“Não é possível hoje, em nenhum porto brasileiro, exportar madeira sem a verificação e a comprovação da cadeia de custódia. E mais, se uma madeira eventualmente for exportada, ela seria retida no porto de destino, que é obrigado a checar a procedência”, explicou o ministro.
Ministro rebate EUA sobre desmatamento e madeira ilegalCapobianco desmente acusação dos EUA de que o Brasil teria desmatamento desenfreado e exportação de madeira ilegalPolítica2026-07-16T21:29:33.682ZO ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta (16) que os argumentos ambientais utilizados pelos Estados Unidos para a aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros são “absolutamente improcedentes”. O governo dos EUA acusa o Brasil, por meio de investigação conduzida pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA), de desmatamento desenfreado e exportação de madeira ilegal. “É indignante ver o trabalho feito pelo Brasil sendo distorcido como uma justificativa para uma taxação ilegítima e absolutamente irregular”, disse o ministro em coletiva de imprensa. Em seu depoimento, Capobianco explicou que a acusação dos EUA de desmatamento é inverídica, já que o Brasil demonstrou de forma técnica em reuniões os avanços do combate à prática. “Na Amazônia nós reduzimos 50% do desmatamento nos últimos três anos, e nesse ano continuamos reduzindo. Aliás, recentemente foi noticiada uma queda recorde do desmatamento no mês de junho, caindo 38%, sendo que no primeiro semestre de 2026 tivemos o menor índice da última década”, destacou. Segundo o ministro, após verificarem que seria impossível continuar acusando o Brasil pela prática, os Estados Unidos divulgaram uma “informação ainda mais falsa”, que o país estaria inundando o mercado internacional com madeira de origem ilegal, prejudicando a participação de empresas norte-americanas. Capobianco afirmou que essa acusação é inverídica, já que o sistema de exportação de madeira é um dos mais rigorosos de todo o sistema de controle ambiental. “Toda madeira exportada é certificada e passa por acompanhamento desde sua origem, na floresta, até o embarque monitorado pelo Ibama e Receita Federal”, disse. “Não é possível hoje, em nenhum porto brasileiro, exportar madeira sem a verificação e a comprovação da cadeia de custódia. E mais, se uma madeira eventualmente for exportada, ela seria retida no porto de destino, que é obrigado a checar a procedência”, explicou o ministro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/ministro-rebate-eua-sobre-desmatamento-e-madeira-ilegal
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