Marina defende chapa com Tebet: uma preta, uma branca
Pré-candidata ao Senado aposta em dobradinha feminina em SP e afirma que candidaturas representam “lógica do encontro” em meio a cenário político dividido
Vicklin Moraes, Raquel Landim , Eduardo Gayer, Victoria Abel
26/06/2026, 21:41 • Atualizado em 26/06/2026, 22:55
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A ex-ministra do Meio Ambiente e pré-candidata ao Senado pela Rede em São Paulo, Marina Silva, defendeu a formação de uma chapa conjunta com a também ex-ministra Simone Tebet (PSB) na disputa pelas duas vagas ao Senado no estado. Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, Marina afirmou que a proposta é construir uma campanha unificada, destacando a complementaridade entre os perfis das duas candidatas.
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“A ideia é fazermos campanhas juntas, atuando em várias frentes. Cada uma tem um perfil, um legado e uma trajetória, mas compreendemos que eles são complementares. É uma sinalização muito rica para a sociedade brasileira, neste momento de tanta polarização”, disse.
A ex-ministra também destacou o simbolismo da aliança. “São duas mulheres mostrando que é possível o encontro, muito mais do que o confronto. Uma mulher preta, uma mulher branca, uma ambientalista da Amazônia e outra ligada ao agro do Centro-Oeste. Uma católica e uma evangélica. É uma mensagem de diálogo e convivência”, afirmou.
Questionada sobre eventuais fragilidades da chapa, Marina rejeitou críticas e disse ver força política na composição. “Não consigo ver fraqueza em termos duas mulheres. Vejo fortaleza, sobretudo no compromisso de transformar em prática a defesa dos direitos das mulheres”, afirmou.
Ela também citou ações do governo federal na área e defendeu maior presença feminina no Congresso. “Se temos duas vagas para o Senado, nada melhor do que impulsionar a participação das mulheres com duas candidaturas competitivas”, disse.
Marina comentou ainda a definição da chapa ao governo de São Paulo, que terá o ex-ministro Fernando Haddad como candidato ao Palácio dos Bandeirantes e Márcio França como vice. Inicialmente cotado para o Senado, França acabou deslocado após negociações internas.
“A reunião com o presidente Lula foi importante, mas Haddad já vinha construindo essa candidatura. Ele pediu um voto de confiança para que pudéssemos nos colocar à disposição, e fez sua escolha”, afirmou.
Segundo Marina, a opção por França levou em conta sua experiência administrativa. “Ele foi prefeito, secretário, vice-governador e já assumiu o governo do estado. Isso pesou na decisão”, concluiu.
Marina defende chapa com Tebet: uma preta, uma brancaPré-candidata ao Senado aposta em dobradinha feminina em SP e afirma que candidaturas representam “lógica do encontro” em meio a cenário político divididoPolítica2026-06-26T21:41:29.309ZA ex-ministra do Meio Ambiente e pré-candidata ao Senado pela Rede em São Paulo, Marina Silva, defendeu a formação de uma chapa conjunta com a também ex-ministra Simone Tebet (PSB) na disputa pelas duas vagas ao Senado no estado. Em entrevista ao Poder Expresso, do SBT News, Marina afirmou que a proposta é construir uma campanha unificada, destacando a complementaridade entre os perfis das duas candidatas. “A ideia é fazermos campanhas juntas, atuando em várias frentes. Cada uma tem um perfil, um legado e uma trajetória, mas compreendemos que eles são complementares. É uma sinalização muito rica para a sociedade brasileira, neste momento de tanta polarização”, disse. A ex-ministra também destacou o simbolismo da aliança. “São duas mulheres mostrando que é possível o encontro, muito mais do que o confronto. Uma mulher preta, uma mulher branca, uma ambientalista da Amazônia e outra ligada ao agro do Centro-Oeste. Uma católica e uma evangélica. É uma mensagem de diálogo e convivência”, afirmou. Questionada sobre eventuais fragilidades da chapa, Marina rejeitou críticas e disse ver força política na composição. “Não consigo ver fraqueza em termos duas mulheres. Vejo fortaleza, sobretudo no compromisso de transformar em prática a defesa dos direitos das mulheres”, afirmou. Ela também citou ações do governo federal na área e defendeu maior presença feminina no Congresso. “Se temos duas vagas para o Senado, nada melhor do que impulsionar a participação das mulheres com duas candidaturas competitivas”, disse. Marina comentou ainda a definição da chapa ao governo de São Paulo, que terá o ex-ministro Fernando Haddad como candidato ao Palácio dos Bandeirantes e Inicialmente cotado para o Senado, França acabou deslocado após negociações internas. “A reunião com o presidente Lula foi importante, mas Haddad já vinha construindo essa candidatura. Ele pediu um voto de confiança para que pudéssemos nos colocar à disposição, e fez sua escolha”, afirmou. Segundo Marina, a opção por França levou em conta sua experiência administrativa. “Ele foi prefeito, secretário, vice-governador e já assumiu o governo do estado. Isso pesou na decisão”, concluiu.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/marina-defende-chapa-com-tebet-uma-mulher-preta-uma-branca