Política

Márcio França indica que sua candidatura é prioridade no PSB: "Tebet é recém-filiada"

Ex-ministro do Empreendedorismo falou de disputa por vagas no Senado e palanque de Lula em SP ao SBT News

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Em meio à disputa pelas vagas ao Senado no palanque de Lula (PT) em São Paulo, o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) indicou que sua candidatura é prioridade no partido. Além dele, a ex-ministra Simone Tebet, que se filiou ao PSB no final de março, também é citada como pré-candidata da base aliada do presidente no estado.

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"Presidi o partido, estou aqui há 40 anos. Seria natural que eu fosse candidato. Fui governador, disputei o Senado a pedido do presidente, era candidato a governador. A Simone veio como uma indicação do presidente Lula, ela é recém-filiada, era do MDB", disse em entrevista ao News Manhã, do SBT News.
Simone Tebet se filiou ao PSB de São Paulo no fim de março | Divulgação/PSB
Simone Tebet se filiou ao PSB de São Paulo no fim de março | Divulgação/PSB

Apesar disso, França ponderou que todos os nomes ventilados como candidatos ao Senado estão focados na reeleição de Lula e dispostos a negociar em prol de um palanque forte para o presidente no maior colégio eleitoral do país.

"Eu, a ministra Simone (Tebet), a ministra Marina (Silva) e o próprio Haddad estamos todos a serviço de uma lógica maior, que é a reeleição do presidente Lula com o presidente Alckmin. Qualquer coisa que seja bom para isso é o que será feito, é assim que eu enxergo", destacou o ex-ministro.

Segundo a colunista Nathalia Fruet, os partidos que estarão no palanque do ex-ministro Fernando Haddad ao governo de São Paulo negociam internamente como chegar a um acordo sobre os nomes ao Senado.

A avaliação é que tanto França quanto Tebet e Marina pontuam bem nas pesquisas de intenção de voto e a chapa tem potencial para derrotar nomes do campo conservador como Guilherme Derrite (PP), André do Prado (PL) e Ricardo Salles (Novo), já que ao que tudo indica os adversários terão mais de dois candidatos na disputa.

França reforçou que queria disputar a corrida para governador, mas a escolha de Lula foi outra. Segundo ele, agora caberá ao presidente ser "o árbitro da decisão" dos nomes ao Senado.

"Eu queria disputar o governo de São Paulo, mas o presidente Lula achou por bem que o Haddad disputasse. Me restou disputar a eleição para o Senado", afirmou.

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