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A suspeita recai sobre o presidente da sigla, Leonardo Avalanche, que é também o vice na chapa de Marçal. Em 2024, áudios divulgados mostram o dirigente afirmando que influenciou na soltura de André do Rap, traficante do PCC.
Em entrevista ao SBT News, Marçal disse que a suposta conexão de Avalanche com a facção criminosa é uma “ilação”, mas afirmou que não põe a mão no fogo pelo seu vice.
“Eu não consigo falar quem é ou não se não tem nenhuma condenação em relação a isso”, declarou o empresário.
“Não estou pondo a mão no fogo. Se tiver que responder a alguma coisa, que responda”, ponderou.
O comportamento difere do adotado por Marçal em 2024, logo após a divulgação dos áudios. Na ocasião, declarou que Avalanche não era do PCC e que essa acusação estava “atrapalhando a vida” do aliado.
Nesta terça (19), mudou o discurso e afirmou que não pode assegurar que o presidente da legenda não tenha ligação com a facção. “Não tenho certeza sobre terceiros não. Jamais", declarou.
Marçal disse ainda que não pretendia ter Avalanche na chapa, mas lhe foi imposta essa condição porque ele é o “dono do partido”. Avalanche chegou a se lançar como pré-candidato do PRTB à Presidência, mas sairá como vice após liminar da Justiça Eleitoral autorizar a troca de sigla de Marçal, antes filiado ao União Brasil.
Segundo o empresário, seu desejo era se candidatar ao Executivo federal sem partido, mas a legislação não permite.
Marçal teve o nome incluído no sistema da Justiça Eleitoral nos últimos minutos do prazo para o registro de candidaturas, no sábado (15). O empresário, no entanto, acumula três condenações do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que resultaram em declarações de inelegibilidade.
Durante a entrevista, Marçal afirmou ter certidões que, segundo ele, permitiram o registro da candidatura, e destacou que ainda existem recursos possíveis no processo. "Eu estou firme até o fim", afirmou Marçal, ao ser questionado sobre a possibilidade de sua candidatura não prosperar.
Marçal fala sobre ligação de seu partido com o PCCApós lançar candidatura à Presidência, empresário disse que não há processo contra seu vice, Leonardo Avalanche, mas que não põe a mão no fogo por elePolítica2026-08-19T15:54:31.526ZO empresário e influenciador Pablo Marçal, que , disse nesta terça-feira (18) que não há processo contra o partido por ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A suspeita recai sobre o presidente da sigla, Leonardo Avalanche, que é também o vice na chapa de Marçal. Em 2024, áudios divulgados mostram o dirigente afirmando que influenciou na soltura de André do Rap, traficante do PCC. Em entrevista ao SBT News, Marçal disse que a suposta conexão de Avalanche com a facção criminosa é uma “ilação”, mas afirmou que não põe a mão no fogo pelo seu vice. “Eu não consigo falar quem é ou não se não tem nenhuma condenação em relação a isso”, declarou o empresário. “Não estou pondo a mão no fogo. Se tiver que responder a alguma coisa, que responda”, ponderou. O comportamento difere do adotado por Marçal em 2024, logo após a divulgação dos áudios. Na ocasião, declarou que Avalanche não era do PCC e que essa acusação estava “atrapalhando a vida” do aliado. Nesta terça (19), mudou o discurso e afirmou que não pode assegurar que o presidente da legenda não tenha ligação com a facção. “Não tenho certeza sobre terceiros não. Jamais", declarou. Marçal disse ainda que não pretendia ter Avalanche na chapa, mas lhe foi imposta essa condição porque ele é o “dono do partido”. Avalanche chegou a se lançar como pré-candidato do PRTB à Presidência, mas sairá como vice após liminar da Justiça Eleitoral autorizar a troca de sigla de Marçal, antes filiado ao União Brasil. Segundo o empresário, seu desejo era se candidatar ao Executivo federal sem partido, mas a legislação não permite. Marçal teve o nome incluído no sistema da Justiça Eleitoral nos últimos minutos do prazo para o registro de candidaturas, no sábado (15). O empresário, no entanto, acumula três condenações do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que . Durante a entrevista, Marçal afirmou ter certidões que, segundo ele, permitiram o registro da candidatura, e destacou que ainda existem recursos possíveis no processo. "Eu estou firme até o fim", afirmou Marçal, ao ser questionado sobre a possibilidade de sua candidatura não prosperar.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/marcal-fala-sobre-ligacao-de-seu-partido-com-o-pcc