Política

Lula não cita Venezuela em primeiro discurso após ação dos EUA contra Maduro

Encontro com Mauro Vieira, para tratar sobre a instabilidade regional, pode acontecer ainda hoje dependendo da agenda do presidente

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Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) | Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não citou a Venezuela em primeiro discurso , nesta quarta-feira (07), após ação dos Estados Unidos contra o ditador Nicolás Maduro. O mandatário participou do anúncio da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Lula voltou do Rio de Janeiro e terá agenda cheia de compromissos previstos. Além do acertar detalhes sobre o ato em memória do 8 de janeiro, o presidente pode tratar sobre a questão da Venezuela durante o dia.

Segundo previsto pelo SBT News, Lula pode ser reunir com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para discutir a resposta do governo brasileiro à crise no país vizinho. No entanto, um possível encontro entre os dois ainda não está na agenda oficial do presidente.

O presidente já havia se manifestado sobre o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela, realizado na madrugada do sábado (3). Em publicação nas redes sociais, o mandatário afirmou que a agressão militar, aliada à captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, “ultrapassa uma linha inaceitável”.

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", disse nas redes sociais.

O Brasil também condenou a ação militar realizada durante uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU, realizada na segunda (5), na sede da Organização das Nações Unidas.

Até então, no entanto, as conversas permancem especulativas em torno de uma possível ligação do presidente Lula para a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, e para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O intuito desse diálogo é manter canais de diálogo abertos com os dois governos em um momento de instabilidade regional.

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