Lula confirma ida a Minas Gerais após tragédia causada pelas chuvas
Visita acontecerá neste sábado (28); número de mortos subiu para 64 na Zona da Mata mineira


Hariane Bittencourt
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá a Minas Gerais neste sábado (28). Ele visitará a Zona da Mata, região duramente afetada pelas chuvas nos últimos dias.
Lula deve sobrevoar o local e depois se reunir com lideranças locais dos municípios mais atingidos: Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. O encontro será na sede da prefeitura de Juiz de Fora.
O ministro das Cidades, Jader Filho, com quem Lula se reúne na manhã desta sexta-feira (27) deve integrar a comitiva. Ele tem dito que a população mineira receberá o mesmo tratamento dado aos gaúchos, também castigados pelas chuvas entre abril e maio de 2024.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, também deve fazer parte do grupo. Nesta semana, a pasta anunciou o pagamento de um auxílio de R$ 800 para cada pessoa atingida pela tragédia.
Além de enviar ajuda do Exército Brasileiro, o governo federal decidiu adiantar os pagamentos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Apesar de ainda não haver convite oficial, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que deve ser o candidato de Lula ao governo mineiro nestas eleições, também estaria disposto a acompanhar o presidente e sua equipe na visita à Zona da Mata.
Nesta sexta, subiu para 64 o número de mortos em razão das fortes chuvas na Zona da Mata. Segundo o Corpo de Bombeiros, 58 vítimas são de Juiz de Fora e seis de Ubá.
Na terça-feira (24), quando voltava da viagem à Ásia, Lula conversou por telefone com a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), "prestando solidariedade e oferecendo o apoio federal". O vice-presidente, Geraldo Alckmin, telefonou para o prefeito de Ubá, José Damato.
No mesmo dia, o ministro Waldez Goes, da Integração e Desenvolvimento Regional, embarcou para Juiz de Fora na companhia do secretário Nacional de Defesa Civil, Wolnei Wolff, e do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda.










