Líder do governo na Câmara defende adiar projeto dos entregadores por aplicativo para depois das eleições
José Guimarães afirmou ao SBT News que matéria pode virar dor de cabeça para o governo e conversará com Hugo Motta sobre o adiamento
Victoria Abel
O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), defende que a discussão e votação do projeto de lei que regulamenta o trabalho de motoristas e entregadores por aplicativo seja novamente adiado e fique para depois das eleições. A matéria tem sido tratada como uma das prioridades do Palácio do Planalto, mas Guimarães avalia que a proposta pode acabar sendo uma dor de cabeça desnecessária ao governo, prejudicando a campanha à reeleição do presidente Lula.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
"Não podemos comprar briga desnecessária agora, com risco de sermos usados pelos bolsonaristas nas redes", disse ao SBT News.
O posicionamento mostra um racha dentro do governo. O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, vinha defendendo a votação da matéria ainda no primeiro semestre. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também defende uma votação em plenário ainda no mês de abril. Guimarães disse que vai tratar o assunto com Motta nos próximos dias.
Pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (17) mostra que 71% dos entrevistados são contra a proposta do governo de implementar uma taxa mínima para pedidos de entrega por aplicativo.
O governo defende uma remuneração mínima de R$10 por corrida de entrega aos trabalhadores, já o relator Augusto Coutinho (Republicanos-PE) defende o valor R$ 8,50. As empresas, porém, não concordam com o modelo e temem que o mínimo pago aos trabalhadores possa engessar o modelo de negócios e encarecer as entregas.
Líder do governo na Câmara defende adiar projeto dos entregadores por aplicativo para depois das eleições José Guimarães afirmou ao SBT News que matéria pode virar dor de cabeça para o governo e conversará com Hugo Motta sobre o adiamentoPolítica2026-03-19T13:48:27.086ZO líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), defende que a discussão e votação do projeto de lei que regulamenta o trabalho de motoristas e entregadores por aplicativo seja novamente adiado e fique para depois das eleições. A matéria tem sido tratada como uma das prioridades do Palácio do Planalto, mas Guimarães avalia que a proposta pode acabar sendo uma dor de cabeça desnecessária ao governo, prejudicando a campanha à reeleição do presidente Lula. + "Não podemos comprar briga desnecessária agora, com risco de sermos usados pelos bolsonaristas nas redes", disse ao SBT News. O posicionamento mostra um racha dentro do governo. O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, vinha defendendo a votação da matéria ainda no primeiro semestre. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também defende uma votação em plenário ainda no mês de abril. Guimarães disse que vai tratar o assunto com Motta nos próximos dias. Pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (17) mostra que 71% dos entrevistados são contra a proposta do governo de implementar uma taxa mínima para pedidos de entrega por aplicativo. + O governo defende uma remuneração mínima de R$10 por corrida de entrega aos trabalhadores, já o relator Augusto Coutinho (Republicanos-PE) defende o valor R$ 8,50. As empresas, porém, não concordam com o modelo e temem que o mínimo pago aos trabalhadores possa engessar o modelo de negócios e encarecer as entregas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/lider-do-governo-na-camara-defende-adiar-projeto-dos-entregadores-por-aplicativo-para-depois-das-eleicoes
Zelensky diz que EUA alertaram Kiev sobre reuniões na Rússia
Líder ucraniano afirmou que recebeu informações sobre encontros entre autoridades americanas e russas e anunciou aumento dos ataques de drones contra a Rússia
Mais de 80% do Brasil enfrenta risco de desastre climático
Maioria dos municípios brasileiros apresentam vulnerabilidade média, alta ou muito alta a eventos climáticos extremos como inundações e deslizamentos de terra