Política

Líder do governo na Câmara defende adiar projeto dos entregadores por aplicativo para depois das eleições

José Guimarães afirmou ao SBT News que matéria pode virar dor de cabeça para o governo e conversará com Hugo Motta sobre o adiamento

Avatar de Victoria Abel
Victoria Abel
19/03/2026, 13:48 • Atualizado em 19/03/2026, 13:49
compartilhar

O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), defende que a discussão e votação do projeto de lei que regulamenta o trabalho de motoristas e entregadores por aplicativo seja novamente adiado e fique para depois das eleições. A matéria tem sido tratada como uma das prioridades do Palácio do Planalto, mas Guimarães avalia que a proposta pode acabar sendo uma dor de cabeça desnecessária ao governo, prejudicando a campanha à reeleição do presidente Lula.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

"Não podemos comprar briga desnecessária agora, com risco de sermos usados pelos bolsonaristas nas redes", disse ao SBT News.

O posicionamento mostra um racha dentro do governo. O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, vinha defendendo a votação da matéria ainda no primeiro semestre. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também defende uma votação em plenário ainda no mês de abril. Guimarães disse que vai tratar o assunto com Motta nos próximos dias.

Pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (17) mostra que 71% dos entrevistados são contra a proposta do governo de implementar uma taxa mínima para pedidos de entrega por aplicativo.

O governo defende uma remuneração mínima de R$10 por corrida de entrega aos trabalhadores, já o relator Augusto Coutinho (Republicanos-PE) defende o valor R$ 8,50. As empresas, porém, não concordam com o modelo e temem que o mínimo pago aos trabalhadores possa engessar o modelo de negócios e encarecer as entregas.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Irã se nega em entregar estoque de urânio enriquecido

Irã se nega em entregar estoque de urânio enriquecido

Imagem da notícia: Lucro na S&P 500 sobe 2 dígitos por 6 meses seguidos

Lucro na S&P 500 sobe 2 dígitos por 6 meses seguidos

Imagem da notícia: Quem era o homem que abriu fogo perto da Casa Branca

Quem era o homem que abriu fogo perto da Casa Branca

Imagem da notícia: Taxista tenta cobrar R$ 3,4 mil de turistas no Rio e é preso

Taxista tenta cobrar R$ 3,4 mil de turistas no Rio e é preso

Imagem da notícia: Irã se nega em entregar estoque de urânio enriquecido

Irã se nega em entregar estoque de urânio enriquecido

Imagem da notícia: Lucro na S&P 500 sobe 2 dígitos por 6 meses seguidos

Lucro na S&P 500 sobe 2 dígitos por 6 meses seguidos

Imagem da notícia: Quem era o homem que abriu fogo perto da Casa Branca

Quem era o homem que abriu fogo perto da Casa Branca

Imagem da notícia: Taxista tenta cobrar R$ 3,4 mil de turistas no Rio e é preso

Taxista tenta cobrar R$ 3,4 mil de turistas no Rio e é preso

Últimas notícias

Suspeitos se passam por falsos agentes e assaltam loja em SP

Homens armados levaram diversos objetos de estabelecimento de assistência técnica de celulares na Brasilândia; eles seguem foragidos

PRF resgata mulher de cárcere após abordagem em rodovia

Vítima era levada na garupa da moto pelo ex-marido na rodovia Presidente Dutra (BR-116), trecho de Taubaté, interior de São Paulo

Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra

Ministro do STF afirma em decisão que prisão da advogada e influenciadora digital é legal

Governo aposta em integração para combater facções

Secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, detalhou os quatro eixos do programa Brasil Contra o Crime Organizado

13º salário: INSS começa a pagar 2ª parcela nesta segunda

Pagamento segue até 8 de junho para aposentados e pensionistas; mais de 35 milhões entram nesta etapa do calendário

Dez países africanos estão em lista de alto risco para ebola

Classificação leva em conta surtos na República Democrática do Congo e em Uganda e potencial de disseminação regional