Joaquim Barbosa relata incômodo com possível 4º mandato de Lula e cita despreparo de Flávio
Segundo aliados, ex-ministro do Supremo coloca condições ao partido Democracia Cristã para entrar na disputa pelo Planalto
Marcela Mattos
20/05/2026, 21:46 • Atualizado em 20/05/2026, 21:46
compartilhar
Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal | Fellipe Sampaio/STF
Anunciado como pré-candidato à Presidência pelo Democracia Cristã (DC), o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa tem feito avaliações sobre o atual cenário político com algumas das poucas pessoas com quem tem conversado nos últimos dias.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
A aliados, Barbosa relatou incômodo com o atual contexto político e citou que há uma "camisa de força" aos eleitores, que, na sua avaliação, estão sem alternativas ao presidente Lula e ao seu principal adversário, Flávio Bolsonaro.
O ex-ministro tem uma conhecida posição contrária à reeleição e avalia que a medida impede que o governante de turno desenhe políticas de Estado e de longo prazo. Por isso, Barbosa vem criticando a alguns de seus interlocutores a intenção de Lula de alcançar o seu quarto mandato, o que, avalia, é algo que num extremo se assemelha aos roteiros de ditaduras.
O mesmo risco democrático é apontado quando Barbosa aborda a candidatura de Flávio Bolsonaro. O filho do ex-presidente é avaliado como um político com potencial de não respeitar as instituições e as regras, além de ser tratado como despreparado para assumir a Presidência da República.
Apesar de ter se filiado ao Democracia Cristã, Barbosa ainda coloca algumas condições para rivalizar com Lula e Flávio e confirmar sua candidatura à Presidência. A principal delas é que o partido consiga firmar alianças com outras legendas de modo a garantir uma estrutura mínima para a campanha, como recursos para a montagem de uma equipe e acesso a tempo de televisão.
A expectativa é que os institutos de pesquisa passem a incluir o ex-ministro nas sondagens eleitorais e, se os resultados forem positivos, algumas legendas firmem alianças com o DC, partido que hoje sequer tem representação no Congresso. Dizendo-se realista, porém, Barbosa confidenciou a aliados estar pessimista com o avanço nas negociações partidárias.
Joaquim Barbosa relata incômodo com possível 4º mandato de Lula e cita despreparo de FlávioSegundo aliados, ex-ministro do Supremo coloca condições ao partido Democracia Cristã para entrar na disputa pelo PlanaltoPolítica2026-05-20T21:46:02.057ZAnunciado como pré-candidato à Presidência pelo Democracia Cristã (DC), o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa tem feito avaliações sobre o atual cenário político com algumas das poucas pessoas com quem tem conversado nos últimos dias. A aliados, Barbosa relatou incômodo com o atual contexto político e citou que há uma "camisa de força" aos eleitores, que, na sua avaliação, estão sem alternativas ao presidente Lula e ao seu principal adversário, Flávio Bolsonaro. O ex-ministro tem uma conhecida posição contrária à reeleição e avalia que a medida impede que o governante de turno desenhe políticas de Estado e de longo prazo. Por isso, Barbosa vem criticando a alguns de seus interlocutores a intenção de Lula de alcançar o seu quarto mandato, o que, avalia, é algo que num extremo se assemelha aos roteiros de ditaduras. O mesmo risco democrático é apontado quando Barbosa aborda a candidatura de Flávio Bolsonaro. O filho do ex-presidente é avaliado como um político com potencial de não respeitar as instituições e as regras, além de ser tratado como despreparado para assumir a Presidência da República. Apesar de ter se filiado ao Democracia Cristã, Barbosa ainda coloca algumas condições para rivalizar com Lula e Flávio e confirmar sua candidatura à Presidência. A principal delas é que o partido consiga firmar alianças com outras legendas de modo a garantir uma estrutura mínima para a campanha, como recursos para a montagem de uma equipe e acesso a tempo de televisão. A expectativa é que os institutos de pesquisa passem a incluir o ex-ministro nas sondagens eleitorais e, se os resultados forem positivos, algumas legendas firmem alianças com o DC, partido que hoje sequer tem representação no Congresso. Dizendo-se realista, porém, Barbosa confidenciou a aliados estar pessimista com o avanço nas negociações partidárias.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/joaquim-barbosa-relata-incomodo-com-possivel-4-mandato-de-lula-e-cita-despreparo-de-flavio