Haddad não vê pedido de vista de Dino como protelatório
Candidato do PT ao governo do estado de São Paulo defendeu transparência para melhores escolhas no dia da eleição
Isabelle Saleme
Fernando Haddad em agenda com influenciadores em SP | Foto: Diogo Zacarias/divulgação
O candidato do PT ao governo do estado de São Paulo, Fernando Haddad, disse não acreditar que o pedido de vista do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, tenha sido uma medida para adiar uma decisão da Corte de abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes e a relação com Daniel Vorcaro do banco Master.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News
“Eu não vejo isso como uma medida protelatória. Eu acredito e continuo acreditando, não vou mudar minha opinião: nós temos que aproveitar essas três semanas [antes da eleição] pra tentar passar o país a limpo diante das informações já disponíveis e ainda não conhecidas do grande público”, avaliou Haddad.
Durante sessão nesta terça-feira (15), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram pela separação da análise dos casos contra Alexandre de Moraes e Mendonça, em pedido feito por Gilmar Mendes. Já Mendes, Moraes e Cristiano Zanin defenderam a análise conjunta.
A votação, no entanto, não continuou porque Flávio Dino pediu mais prazo para analisar o tema. O ministro agora tem até 90 dias para devolver o processo e anunciar o voto. Ou seja, poderia acontecer somente depois das eleições.
“Eu penso que o problema de transparência nesse momento é crucial enfrentar (…) Com base nas informações disponíveis, se elas forem fidedignas, atestadas por policiais competentes e a Polícia Federal, que é uma instituição que eu respeito muito e o brasileiro respeita muito. Eu penso que nós podemos ter uma chance de aperfeiçoar o processo de escolha os governantes desse país. É isso que eu entendo a transparência na minha opinião: vai ser o único remédio que eu vejo chegar em 4 de outubro com mais segurança”, afirmou.
A avaliação foi nesta quarta-feira (16), durante um encontro com 40 influenciadores digitais na capital paulista, em que o petista defendeu a melhoria do ensino médio para que os jovens cheguem mais preparados à faculdade e a ampliação das oportunidades de trabalho.
O encontro teve o objetivo de ouvir as demandas da população e também alinhar o conteúdo veiculado nas redes sociais, selecionando temas mais relevantes e levando em conta as determinações da Justiça Eleitoral.
“A ideia é usar as plataformas disponíveis pra fazer chegar um conteúdo mais politizado, que faça as pessoas compreenderem o que está em jogo, os temas mais relevantes (…) Isso é uma troca de ideias sobre a questão do conteúdo das propostas, de como transmiti-las, que às vezes você faz isso de forma institucional, que atrai pouca atenção e às vezes mudando a forma você vai atingir um objetivo de fazer chegar mais pessoas”, explicou.
Haddad não vê pedido de vista de Dino como protelatório Candidato do PT ao governo do estado de São Paulo defendeu transparência para melhores escolhas no dia da eleição Política2026-09-16T16:37:00.627ZO candidato do PT ao governo do estado de São Paulo, Fernando Haddad, disse não acreditar que o , tenha sido uma medida para adiar uma decisão da Corte de abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes e a relação com Daniel Vorcaro do banco Master. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News “Eu não vejo isso como uma medida protelatória. Eu acredito e continuo acreditando, não vou mudar minha opinião: nós temos que aproveitar essas três semanas [antes da eleição] pra tentar passar o país a limpo diante das informações já disponíveis e ainda não conhecidas do grande público”, avaliou Haddad. + Durante sessão nesta terça-feira (15), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram pela separação da análise dos casos contra Alexandre de Moraes e Mendonça, em pedido feito por Gilmar Mendes. Já Mendes, Moraes e Cristiano Zanin defenderam a análise conjunta. A votação, no entanto, não continuou porque Flávio Dino pediu mais prazo para analisar o tema. O ministro agora tem até 90 dias para devolver o processo e anunciar o voto. Ou seja, poderia acontecer somente depois das eleições. “Eu penso que o problema de transparência nesse momento é crucial enfrentar (…) Com base nas informações disponíveis, se elas forem fidedignas, atestadas por policiais competentes e a Polícia Federal, que é uma instituição que eu respeito muito e o brasileiro respeita muito. Eu penso que nós podemos ter uma chance de aperfeiçoar o processo de escolha os governantes desse país. É isso que eu entendo a transparência na minha opinião: vai ser o único remédio que eu vejo chegar em 4 de outubro com mais segurança”, afirmou. + Agenda de campanha A avaliação foi nesta quarta-feira (16), durante um encontro com 40 influenciadores digitais na capital paulista, em que o petista defendeu a melhoria do ensino médio para que os jovens cheguem mais preparados à faculdade e a ampliação das oportunidades de trabalho. O encontro teve o objetivo de ouvir as demandas da população e também alinhar o conteúdo veiculado nas redes sociais, selecionando temas mais relevantes e levando em conta as determinações da Justiça Eleitoral. + “A ideia é usar as plataformas disponíveis pra fazer chegar um conteúdo mais politizado, que faça as pessoas compreenderem o que está em jogo, os temas mais relevantes (…) Isso é uma troca de ideias sobre a questão do conteúdo das propostas, de como transmiti-las, que às vezes você faz isso de forma institucional, que atrai pouca atenção e às vezes mudando a forma você vai atingir um objetivo de fazer chegar mais pessoas”, explicou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/haddad-nao-ve-pedido-de-vista-de-dino-como-protelatorio
Presidenciável falou em "parceria com um governador aqui no Ceará" e evitou mencionar nome do tucano apoiado pelo PL na disputa contra petista Elmano de Freitas