Governo suspende publicidade no X após ataques de Musk
Nos anos de 2023 e 2024, o governo federal investiu mais de R$ 650 mil em publicidade na plataforma
P
Paola Cuenca
O governo federal, em resposta aos recentes ataques do bilionário Elon Musk ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), suspendeu as publicidades no X (antigo Twitter). Nos anos de 2023 e 2024, o governo investiu mais de R$ 650 mil em publicidade na plataforma.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Nos últimos dez dias, Elon Musk fez publicações acusando o ministro do STF de censura e ameaçando reativar contas bloqueadas por decisões judiciais.
Musk se referiu a Moraes como um "ditador brutal", após ser alvo de uma decisão do ministro contra perfis na plataforma.
Governo suspende publicidade no X após ataques de MuskNos anos de 2023 e 2024, o governo federal investiu mais de R$ 650 mil em publicidade na plataforma
Política2024-04-13T23:00:21.859ZO governo federal, em resposta aos recentes ataques do bilionário Elon Musk ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), suspendeu as publicidades no X (antigo Twitter). Nos anos de 2023 e 2024, o governo investiu mais de R$ 650 mil em publicidade na plataforma. Nos últimos dez dias, Elon Musk fez publicações acusando o ministro do STF de censura e ameaçando reativar contas bloqueadas por decisões judiciais. Musk se referiu a Moraes como um "ditador brutal", após ser alvo de uma decisão do ministro contra perfis na plataforma.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/governo-suspende-publicidade-no-x-apos-ataques-de-musk
Embaixadora precisará de autorização para entrar nos EUA
Fontes governistas dizem que não houve "cancelamento ou revogação" do documento de Maria Viotti, mas, sim, uma mudança no número de entradas permitidas no país
Apesar de corte na Selic, Fiesp critica juros altos
Mesmo com redução da taxa básica para 14% ao ano, entidade afirma que custo do crédito segue elevado, trava investimentos e agrava o endividamento das famílias