Gleisi diz que resposta de ministros a Milei não extrapolou
Pré-candidata ao Senado afirmou que reações do governo aos ataques de Milei foram proporcionais e demonstrou preocupação com possível interferência nas eleições
A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann | Divulgação/Gil Ferreira/SRI
A pré-candidata ao Senado pelo Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que as reações de ministros do presidente Lula aos ataques do presidente da Argentina, Javier Milei, não passaram do limite.
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“Foi uma resposta política a uma atitude política. Ele [Milei] veio em território nacional ofender nosso presidente e ministros do Supremo. Isso não podemos aceitar. Não vejo exagero nas declarações dos ministros. Foi uma reação à altura do que Milei fez. Ele tem que se comportar como presidente de uma nação que mantém relações comerciais e um histórico de longa data com o Brasil”, afirmou, em entrevista ao SBT News nesta terça-feira (28).
Os ministros saíram em defesa do governo após Javier Milei fazer críticas ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No sábado (25), durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), Milei adotou discurso de forte tom antissocialista, declarou apoio à família Bolsonaro e citou a experiência argentina para reforçar críticas a governos de esquerda.
Além disso, Gleisi afirmou haver preocupação com uma possível interferência externa indireta nas eleições brasileiras. Segundo ela, o governo dos Estados Unidos, que considera próximo da família Bolsonaro, pode influenciar o processo eleitoral por meio das plataformas digitais.
“Os Estados Unidos não têm moral nem legitimidade para questionar as eleições no Brasil. Acho que eles [EUA] podem interferir por meio das plataformas digitais e da internet, e isso é muito ruim. Não vejo a sobretaxa de outra forma que não seja uma intervenção política. Os Estados Unidos têm superávit na balança comercial com o Brasil. Não há justificativa econômica, apenas política, como vimos, inclusive com incentivo da família Bolsonaro. Flávio e Eduardo estavam imbuídos de pressionar os Estados Unidos. Isso não podemos aceitar”, disse.
Gleisi diz que resposta de ministros a Milei não extrapolouPré-candidata ao Senado afirmou que reações do governo aos ataques de Milei foram proporcionais e demonstrou preocupação com possível interferência nas eleiçõesPolítica2026-07-28T18:44:04.707ZA pré-candidata ao Senado pelo Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que as reações de ministros do presidente Lula aos , Javier Milei, não passaram do limite. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. “Foi uma resposta política a uma atitude política. Ele [Milei] veio em território nacional ofender nosso presidente e ministros do Supremo. Isso não podemos aceitar. Não vejo exagero nas declarações dos ministros. Foi uma reação à altura do que Milei fez. Ele tem que se comportar como presidente de uma nação que mantém relações comerciais e um histórico de longa data com o Brasil”, afirmou, em entrevista ao SBT News nesta terça-feira (28). Gleisi se referiu ao ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e ao ministro da Fazenda, Dario Durigan. Boulos chamou Milei de “caricatura patética”, Os ministros saíram em defesa do governo após Javier Milei fazer críticas ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No sábado (25), durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), Milei adotou discurso de forte tom antissocialista, declarou apoio à família Bolsonaro e citou a experiência argentina para reforçar críticas a governos de esquerda. Além disso, Gleisi afirmou haver preocupação com uma possível interferência externa indireta nas eleições brasileiras. Segundo ela, o governo dos Estados Unidos, que considera próximo da família Bolsonaro, pode influenciar o processo eleitoral por meio das plataformas digitais. “Os Estados Unidos não têm moral nem legitimidade para questionar as eleições no Brasil. Acho que eles [EUA] podem interferir por meio das plataformas digitais e da internet, e isso é muito ruim. Não vejo a sobretaxa de outra forma que não seja uma intervenção política. Os Estados Unidos têm superávit na balança comercial com o Brasil. Não há justificativa econômica, apenas política, como vimos, inclusive com incentivo da família Bolsonaro. Flávio e Eduardo estavam imbuídos de pressionar os Estados Unidos. Isso não podemos aceitar”, disse.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/gleisi-diz-que-resposta-de-ministros-a-milei-nao-extrapolou
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