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Parlamentares e apoiadores classificaram a medida como desproporcional, acusaram o magistrado de perseguição política e compararam o caso ao período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba, manteve interlocução com aliados e articulou a candidatura de Fernando Haddad à Presidência em 2018.
O líder da oposição no Senado e coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que a decisão tenta tornar Bolsonaro “incomunicável” e representa uma interferência no cenário político.
Em nota publicada no X, o senador argumentou que Lula recebeu centenas de visitas durante o período em que esteve preso, manteve interlocução com aliados e divulgou cartas públicas que repercutiram politicamente.
“O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais”, declarou Marinho.
NOTA
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara…
— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) July 13, 2026
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também fez referência ao período ao compartilhar uma notícia sobre uma carta divulgada por Lula em 2018 em apoio à candidatura de Haddad.
“Mesmo com a torcida contra dos permitidos, é Flavio Bolsonaro ou acabou o país!”, afirmou Carlos no X.
O senador Sergio Moro (União-PR), que era juiz responsável pelos processos da Operação Lava Jato quando Lula foi preso, também comparou as situações.
Em publicação nas redes sociais, afirmou que o petista recebeu 572 visitas durante o período em que esteve preso, incluindo a de Haddad. Segundo Moro, os visitantes costumavam conceder entrevistas à imprensa relatando conversas com Lula. O senador também disse que “nunca” cogitou “cercear o direito de visita ou de correspondência” do petista.
“Já Bolsonaro agora não pode mais receber visitas de seu filho, Flávio Bolsonaro, na prisão domiciliar e, pelo jeito, também não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso. Falta proporcionalidade e legalidade à decisão do Min. Moraes”, disse.
Lula, durante 2018, recebeu 572 visitas na prisão, inclusive do então candidato à presidência do PT, Fernando Haddad. Seus visitantes concediam, em seguida, longas entrevistas a TV e à imprensa sobre o que Lula havia falado.
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) classificou a medida como “ditadura” e afirmou que a decisão busca prejudicar a campanha eleitoral.
Ditadura. Moraes atende o pedido de Lindbergh e proíbe Flávio de visitar o Presidente Bolsonaro até o fim das eleições. É inacreditável a perseguição para prejudicar uma campanha. pic.twitter.com/aExg1mXLY0
Já o influenciador Paulo Figueiredo declarou que Moraes tenta “matar o bolsonarismo”.
Moraes quer matar o bolsonarismo. O bolsonarismo sobreviverá e jogará Moraes na lata de lixo da história. https://t.co/Gt2lIdMIz6
— Paulo Figueiredo (8) (@pfigueiredo08) July 13, 2026
Direita critica suspensão de visitas de Flávio a BolsonaroAliados dizem que medida contrasta com tratamento dado a Lula, que manteve articulação política durante a eleição de 2018 mesmo presoPolítica2026-07-13T21:08:54.997ZA decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de provocou reação de aliados da direita nesta segunda-feira (13). 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Parlamentares e apoiadores classificaram a medida como desproporcional, acusaram o magistrado de perseguição política e compararam o caso ao período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba, manteve interlocução com aliados e articulou a candidatura de Fernando Haddad à Presidência em 2018. O líder da oposição no Senado e coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que a decisão tenta tornar Bolsonaro “incomunicável” e representa uma interferência no cenário político. Em nota publicada no X, o senador argumentou que Lula recebeu centenas de visitas durante o período em que esteve preso, manteve interlocução com aliados e divulgou cartas públicas que repercutiram politicamente. “O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais”, declarou Marinho. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também fez referência ao período ao compartilhar uma notícia sobre uma carta divulgada por Lula em 2018 em apoio à candidatura de Haddad. “Mesmo com a torcida contra dos permitidos, é Flavio Bolsonaro ou acabou o país!”, afirmou Carlos no X. O senador Sergio Moro (União-PR), que era juiz responsável pelos processos da Operação Lava Jato quando Lula foi preso, também comparou as situações. Em publicação nas redes sociais, afirmou que o petista recebeu 572 visitas durante o período em que esteve preso, incluindo a de Haddad. Segundo Moro, os visitantes costumavam conceder entrevistas à imprensa relatando conversas com Lula. O senador também disse que “nunca” cogitou “cercear o direito de visita ou de correspondência” do petista. “Já Bolsonaro agora não pode mais receber visitas de seu filho, Flávio Bolsonaro, na prisão domiciliar e, pelo jeito, também não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso. Falta proporcionalidade e legalidade à decisão do Min. Moraes”, disse. O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) classificou a medida como “ditadura” e afirmou que a decisão busca prejudicar a campanha eleitoral. Já o influenciador Paulo Figueiredo declarou que Moraes tenta “matar o bolsonarismo”. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/direita-critica-suspensao-de-visitas-de-flavio-a-bolsonaro
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