Congresso e STF firmam pacto e usam pauta dos penduricalhos para barrar crise de imagem após Caso Master
Encontro terminou com uma sinalização pública de que ambos vão atuar para barrar novos pagamentos que se transformam em contracheques milionários
Nathalia Fruet
25/02/2026, 12:57 • Atualizado em 25/02/2026, 12:57
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praça dos três poderes
O café da manhã promovido pelo presidente do STF com os presidentes da Câmara e do Senado não teve consenso sobre o fim dos penduricalhos, mas parece ter rendido um antídoto que interessa aos dois lados: um pacto contra a crise de imagem pela qual atravessam no momento.
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O encontro terminou com uma sinalização pública de que ambos vão atuar para barrar novos pagamentos que se transformam em contracheques milionários, assunto super impopular, de engajamento da população.
Em 2025, o líder do ranking, de acordo com painel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi um desembargador do Tribunal de Minas Gerais que recebeu mais de R$ 2 milhões em um ano. Uma média de R$ 166 mil por mês, enquanto o teto constitucional é R$ 46 mil, valor pago como salário para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Um tema, sem dúvida, com apelo público em um cenário de crise institucional entre os poderes em que a desconfiança é o pano de fundo em Brasília com ministros do STF tendo diálogos de reunião sigilosa vazados.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou o encontro como uma conversa franca sobre um assunto estruturante. Ele e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, aceitaram o convite de Edson Fachin, presidente do Supremo, no momento em que são pressionados para instalação de uma CPI para apurar o envolvimento de políticos na fraude bilionária do Banco Master, cujo protagonista mais recente é o ministro Dias Toffoli, que foi forçado a deixar a relatoria do caso.
No café desta terça, estava ainda presente o vice-presidente do STF, Alexandre de Moraes, ministro que também vive momentos de pressão após revelação de que sua esposa tinha contrato com o Banco Master.
Enquanto a autocrítica ainda é tabu na Corte mais importante do país, a avaliação de ministros é a de que evitar que os supersalários sigam sendo pagos pode ser bem recebida pela população e, assim, dar um alívio, ainda que momentâneo, no desgaste dos políticos e ministros.
Congresso e STF firmam pacto e usam pauta dos penduricalhos para barrar crise de imagem após Caso Master Encontro terminou com uma sinalização pública de que ambos vão atuar para barrar novos pagamentos que se transformam em contracheques milionáriosPolítica2026-02-25T12:57:16.155ZO café da manhã promovido pelo presidente do STF com os presidentes da Câmara e do Senado não teve consenso sobre o fim dos penduricalhos, mas parece ter rendido um antídoto que interessa aos dois lados: um pacto contra a crise de imagem pela qual atravessam no momento. + O encontro terminou com uma sinalização pública de que ambos vão atuar para barrar novos pagamentos que se transformam em contracheques milionários, assunto super impopular, de engajamento da população. Em 2025, o líder do ranking, de acordo com painel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi um desembargador do Tribunal de Minas Gerais que recebeu mais de R$ 2 milhões em um ano. Uma média de R$ 166 mil por mês, enquanto o teto constitucional é R$ 46 mil, valor pago como salário para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Um tema, sem dúvida, com apelo público em um cenário de crise institucional entre os poderes em que a desconfiança é o pano de fundo em Brasília com ministros do STF tendo diálogos de reunião sigilosa vazados. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou o encontro como uma conversa franca sobre um assunto estruturante. Ele e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, aceitaram o convite de Edson Fachin, presidente do Supremo, no momento em que são pressionados para instalação de uma CPI para apurar o envolvimento de políticos na fraude bilionária do Banco Master, cujo protagonista mais recente é o ministro Dias Toffoli, que foi forçado a deixar a relatoria do caso. + No café desta terça, estava ainda presente o vice-presidente do STF, Alexandre de Moraes, ministro que também vive momentos de pressão após revelação de que sua esposa tinha contrato com o Banco Master. Enquanto a autocrítica ainda é tabu na Corte mais importante do país, a avaliação de ministros é a de que evitar que os supersalários sigam sendo pagos pode ser bem recebida pela população e, assim, dar um alívio, ainda que momentâneo, no desgaste dos políticos e ministros.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/congresso-e-stf-firmam-pacto-e-usam-pauta-dos-penduricalhos-para-barrar-crise-de-imagem-apos-caso-master
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