Cláudio Castro aparece em lista de mesada paga por bicheiro
Defesa de ex-governador nega que EL tenha recebido valores de Adilsinho; Polícia Federal apura lista com pagamentos feitos a políticos do RJ
Anita Prado, Vicklin Moraes
03/07/2026, 20:02 • Atualizado em 03/07/2026, 22:08
compartilhar
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro | Marcelo Camargo/Agência Brasil
O nome do ex-governador Cláudio Castro (PL-RJ) aparece em uma lista apreendida pela corporação e atribuída ao bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, alvo da 5ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta quinta-feira (2).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo as investigações, o documento menciona uma doação milionária vinculada à campanha de Castro. O ex-governador, que concorreu à reeleição em 2022, comandou o estado entre 2021 e 2026, quando renunciou ao cargo um dia antes do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que poderia resultar em sua cassação.
Além dele, ao menos 20 pessoas estariam citadas na lista atribuída ao contraventor.
O pastor Márcio Poncio foi preso na operação, e o ex-deputado federal Marco Antônio Cabral (Solidariedade), filho do ex-governador Sérgio Cabral, foi alvo de busca e apreensão. O SBT News não conseguiu confirmação a respeito da presença ou não dos nomes dos dois na lista de Adilsinho.
A quinta fase da Operação Unha e Carne foi deflagrada após a Polícia Federal identificar listas com registros de supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e movimentações ligadas à lavagem de dinheiro.
O material chamou a atenção dos investigadores por indicar possíveis repasses diretos a agentes políticos no estado.
As apurações incluem a análise dos documentos apreendidos, o rastreamento do fluxo financeiro e a identificação de beneficiários, intermediários e operadores do esquema.
A operação ocorre no âmbito de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da chamada ADPF das Favelas, que determinou a atuação da PF na investigação de organizações criminosas no Rio de Janeiro e suas conexões com agentes públicos.
Em nota, a defesa de Marco Antônio Cabral nega participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro ou recebimento de valores de origem ilícita, e afirma que o ex-deputado tem colaborado com as autoridades.
Já os advogados de Adilsinho declararam que o investigado “rechaça a alegação de pagamento de vantagens indevidas a políticos ou agentes públicos”.
Em nota, a defesa do ex-governador Cláudio Castro afirma ser falsa qualquer ilação de que ele tenha recebido pagamentos, doações ilegais, vantagens indevidas ou qualquer repasse de recursos atribuído a Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho.
Confira nota na íntegra
A defesa do ex-governador Cláudio Castro afirma que é mentirosa qualquer ilação de que ele tenha recebido pagamento, doação ilegal, vantagem indevida ou qualquer repasse de recursos atribuído a Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho.
A simples citação de um nome em lista ou anotação produzida por terceiro não comprova recebimento de valores, irregularidade eleitoral ou prática de qualquer ato ilícito. A campanha de 2022 de Cláudio Castro foi regularmente declarada à Justiça Eleitoral, com prestação de contas apresentada e analisada nos termos da legislação.
Cláudio Castro não é alvo da operação mencionada e não há imputação formal contra ele relacionada aos fatos noticiados. A defesa reafirma que o ex-governador sempre esteve à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários.
Cláudio Castro aparece em lista de mesada paga por bicheiroDefesa de ex-governador nega que EL tenha recebido valores de Adilsinho; Polícia Federal apura lista com pagamentos feitos a políticos do RJPolítica2026-07-03T20:02:37.915ZO nome do ex-governador Cláudio Castro (PL-RJ) aparece em uma lista apreendida pela corporação e atribuída ao bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, alvo da 5ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta quinta-feira (2). Segundo as investigações, o documento menciona uma doação milionária vinculada à campanha de Castro. O ex-governador, que concorreu à reeleição em 2022, comandou o estado entre 2021 e 2026, quando renunciou ao cargo um dia antes do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que poderia resultar em sua cassação. Além dele, ao menos 20 pessoas estariam citadas na lista atribuída ao contraventor. O, e o ex-deputado federal Marco Antônio Cabral (Solidariedade), filho do ex-governador Sérgio Cabral, foi alvo de busca e apreensão. O SBT News não conseguiu confirmação a respeito da presença ou não dos nomes dos dois na lista de Adilsinho. A quinta fase da Operação Unha e Carne foi deflagrada após a Polícia Federal identificar listas com registros de supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e movimentações ligadas à lavagem de dinheiro. O material chamou a atenção dos investigadores por indicar possíveis repasses diretos a agentes políticos no estado. As apurações incluem a análise dos documentos apreendidos, o rastreamento do fluxo financeiro e a identificação de beneficiários, intermediários e operadores do esquema. A operação ocorre no âmbito de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da chamada ADPF das Favelas, que determinou a atuação da PF na investigação de organizações criminosas no Rio de Janeiro e suas conexões com agentes públicos. Em nota, a defesa de Marco Antônio Cabral nega participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro ou recebimento de valores de origem ilícita, e afirma que o ex-deputado tem colaborado com as autoridades. Já os advogados de Adilsinho declararam que o investigado “rechaça a alegação de pagamento de vantagens indevidas a políticos ou agentes públicos”. Em nota, a defesa do ex-governador Cláudio Castro afirma ser falsa qualquer ilação de que ele tenha recebido pagamentos, doações ilegais, vantagens indevidas ou qualquer repasse de recursos atribuído a Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Confira nota na íntegra A defesa do ex-governador Cláudio Castro afirma que é mentirosa qualquer ilação de que ele tenha recebido pagamento, doação ilegal, vantagem indevida ou qualquer repasse de recursos atribuído a Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. A simples citação de um nome em lista ou anotação produzida por terceiro não comprova recebimento de valores, irregularidade eleitoral ou prática de qualquer ato ilícito. A campanha de 2022 de Cláudio Castro foi regularmente declarada à Justiça Eleitoral, com prestação de contas apresentada e analisada nos termos da legislação. Cláudio Castro não é alvo da operação mencionada e não há imputação formal contra ele relacionada aos fatos noticiados. A defesa reafirma que o ex-governador sempre esteve à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/claudio-castro-aparece-em-lista-de-mesada-paga-por-bicheiro
PF diz que não tem ‘interesse técnico’ em delação de Vorcaro
Diretor-geral da PF afirma que proposta do ex-banqueiro não apresentou informações inéditas nem provas que justificassem acordo de colaboração premiada
Presidente da Colômbia pede a Trump retirada de sanções
Decisão dos EUA ocorreu em outubro, após acusações de envolvimento com narcotráfico e críticas de Petro a ataques norte-americanos no Caribe e no Pacífico