Projeto equipara ódio às mulheres ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível; pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão e multa
Warley Júnior
30/06/2026, 12:10 • Atualizado em 30/06/2026, 12:10
compartilhar
Misoginia é o sentimento de repulsa, ódio ou aversão às mulheres | Reprodução Marcelo Carvalho/Agência Brasil
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Conhecido como PL da Misoginia, a proposição foi aprovada por unanimidade no Senado em março deste ano. O texto define a misoginia como “a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”.
Mas, apesar da definição pelo colegiado, o projeto não tem consenso entre os partidos. A oposição critica o texto aprovado no Senado e afirma que vai tentar votá-la em outro momento. Já a base critica o entendimento da oposição de que o projeto ameaça a liberdade religiosa e acredita que alterações defendidas pelo outro lado podem significar a liberdade de agressão contra mulheres.
O projeto está no radar do presidente da Câmara do Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou para esta terça-feira (30), às 15h, uma reunião dos líderes partidários para discutir a pauta da semana. Segundo Motta, serão debatidos projetos remanescentes do mês e novos itens que serão analisados no plenário já a partir desta terça.
Além do PL da Misoginia, o presidente da Câmara citou propostas que considera prioritárias, mas que dependem de acordo entre os líderes, dentre eles, o projeto que regulamenta a inteligência artificial.
Câmara deve votar PL da Misoginia nesta semanaProjeto equipara ódio às mulheres ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível; pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão e multaPolítica2026-06-30T12:10:59.557ZA Câmara dos Deputados deve votar nesta semana e torna a prática inafiançável e imprescritível. A proposta também prevê pena de dois a cinco anos de reclusão e multa. Conhecido como PL da Misoginia, a proposição foi aprovada por unanimidade no Senado em março deste ano. O texto define a misoginia como “a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. Na Câmara, , os líderes partidários da Casa fecharam um acordo de votar a proposta no plenário da Câmara até o início de julho. Mas, apesar da definição pelo colegiado, o projeto não tem consenso entre os partidos. A oposição critica o texto aprovado no Senado e afirma que vai tentar votá-la em outro momento. Já a base critica o entendimento da oposição de que o projeto ameaça a liberdade religiosa e acredita que alterações defendidas pelo outro lado podem significar a liberdade de agressão contra mulheres. O projeto está no radar do presidente da Câmara do Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou para esta terça-feira (30), às 15h, uma reunião dos líderes partidários para discutir a pauta da semana. Segundo Motta, serão debatidos projetos remanescentes do mês e novos itens que serão analisados no plenário já a partir desta terça. Além do PL da Misoginia, o presidente da Câmara citou propostas que considera prioritárias, mas que dependem de acordo entre os líderes, dentre eles, o projeto que regulamenta a inteligência artificial. Outro projeto que pode entrar na pauta da reunião é o que aumenta o valor de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs). Na segunda-feira (29), . A Câmara já debate o assunto em comissão especial na Casa com a tramitação de outra proposta de mesmo tema. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/camara-deve-votar-pl-da-misoginia-nesta-semana
Operação mira lavagem de dinheiro do tráfico no Rio
Grupo investigado movimentava cerca de R$ 500 mil por semana em um esquema de lavagem de dinheiro meio de transferências via Pix e maquininhas de cartão
Homem que jogou ex de penhasco será indiciado por 6 crimes
Silvanildo Amâncio de Araújo, de 52 anos, responderá por tentativa de feminicídio, tortura, estupro, sequestro, descumprimento de medida protetiva e roubo