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Em nota, a pasta afirmou que, se acolhidas, as alegações do governo norte-americano desconsiderariam as medidas adotadas pelo Brasil no enfrentamento ao crime organizado. Como exemplo, citou a Lei Antifacção, sancionada em março deste ano, as operações contra facções criminosas e as “múltiplas ações implementadas em 2026 no âmbito do Programa Brasil contra o Crime Organizado”.
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Mencionou ainda a cooperação já existente entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado transnacional, além de uma proposta entregue ao governo norte-americano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com detalhamento de medidas conjuntas de enfrentamento à lavagem de dinheiro, compartilhamento de inteligência e combate ao tráfico de armas.
“Até o momento, o país aguarda possível resposta do governo dos EUA”, disse o ministério.
Por mim, a pasta afirmou que o Brasil não foi incluído na relação de países formalmente classificados pelos Estados Unidos como principais rotas de trânsito ou de produção ilícita de drogas, o que deixa as acusações sem respaldo.
“A alusão registrada no texto não corresponde à categoria jurídica de descumprimento formal prevista na legislação norte-americana que rege esse mecanismo anual. Trata-se, portanto, de manifestação circunstancial inserida na parte narrativa do documento, sem respaldo em sua parte dispositiva. O Governo brasileiro seguirá atuando de forma soberana e coordenada no enfrentamento às organizações criminosas, como demonstram os resultados obtidos nos últimos anos”, diz o texto.
A inclusão na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês), que conta com nomes como Estado Islâmico e Al-Qaedase, somou-se ao enquadramento das facções como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT), formalizado anteriormente pelos Estados Unidos. O mecanismo é utilizado para atingir financeiramente organizações consideradas 'ameaças internacionais', com sanções e congelamento de ativos.
Na prática, as duas classificações permitem aos Estados Unidos ampliar sanções financeiras, congelar ativos sob jurisdição norte-americana e restringir relações econômicas com pessoas ou empresas ligadas ao CV e PCC. A designação também veta a entrada de integrantes das facções nos Estados Unidos e obriga instituições financeiras norte-americanas a reportar fundos ligados às organizações criminosas ao Departamento do Tesouro.
Aos EUA, Brasil nega falhas no combate ao crime organizadoMinistério da Justiça afirmou que Casa Branca desconsidera própria cooperação com o governo brasileiro ao fazer acusaçõesPolítica2026-09-17T06:38:00.000ZO Ministério da Justiça e Segurança Pública negou, na quinta-feira (16), que existam falhas ou omissões no enfrentamento ao crime organizado transnacional. A declaração foi feita em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que . 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em nota, a pasta afirmou que, se acolhidas, as alegações do governo norte-americano desconsiderariam as medidas adotadas pelo Brasil no enfrentamento ao crime organizado. Como exemplo, citou a Lei Antifacção, sancionada em março deste ano, as operações contra facções criminosas e as “múltiplas ações implementadas em 2026 no âmbito do Programa Brasil contra o Crime Organizado”. Mencionou ainda a cooperação já existente entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado transnacional, além de uma proposta entregue ao governo norte-americano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com detalhamento de medidas conjuntas de enfrentamento à lavagem de dinheiro, compartilhamento de inteligência e combate ao tráfico de armas. “Até o momento, o país aguarda possível resposta do governo dos EUA”, disse o ministério. Por mim, a pasta afirmou que o Brasil não foi incluído na relação de países formalmente classificados pelos Estados Unidos como principais rotas de trânsito ou de produção ilícita de drogas, o que deixa as acusações sem respaldo. “A alusão registrada no texto não corresponde à categoria jurídica de descumprimento formal prevista na legislação norte-americana que rege esse mecanismo anual. Trata-se, portanto, de manifestação circunstancial inserida na parte narrativa do documento, sem respaldo em sua parte dispositiva. O Governo brasileiro seguirá atuando de forma soberana e coordenada no enfrentamento às organizações criminosas, como demonstram os resultados obtidos nos últimos anos”, diz o texto. PCC e CV como organizações terroristas Em maio, o . A designação foi feita pelo Departamento de Estado, que apontou os grupos como os mais violentos do Brasil, com influência além das fronteiras. A inclusão na lista de (FTOs, na sigla em inglês), que conta com nomes como Estado Islâmico e Al-Qaedase, somou-se ao enquadramento das facções como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT), formalizado anteriormente pelos Estados Unidos. O mecanismo é utilizado para atingir financeiramente organizações consideradas 'ameaças internacionais', com sanções e congelamento de ativos. Na prática, as duas classificações permitem aos Estados Unidos ampliar sanções financeiras, congelar ativos sob jurisdição norte-americana e restringir relações econômicas com pessoas ou empresas ligadas ao CV e PCC. A designação também veta a entrada de integrantes das facções nos Estados Unidos e obriga instituições financeiras norte-americanas a reportar fundos ligados às organizações criminosas ao Departamento do Tesouro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/aos-eua-brasil-nega-falhas-no-combate-ao-crime-organizado
Advogados querem que dois militares retomem atividades de apoio e segurança na residência do ex-presidente, sob as cautelares já determinadas pelo ministro