Alcolumbre assina atos para aumentar benefícios de funcionários do Senado
Folga e reajuste de 22,19% no auxílio-alimentação estão entre medidas
Y
Yumi Kuwano
Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), assinou um ato para aumentar a cota que os parlamentares da Casa têm para gastos. Com o aumento de 12%, o limite médio mensal para cada senador será de R$ 46.402,62. As regras começaram a valer neste sábado (1º).
O dinheiro serve para custear gastos como alimentação, transporte, hospedagem e o valor para cada senador varia de acordo com o Estado, por causa dos custos com passagens aéreas, por isso, os senadores do Amazonas recebem o maior valor: R$ 52.798,82, cada.
Em 2023, o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) havia determinado aumentos para 2024, que foi de 6% - tendo o limite médio mensal por senador de R$ 38.971,84 -, e em fevereiro de 2025, quando o reajuste foi de 6,13% e o limite médio subiu para R$ 41.360,93.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Também foi assinada na sexta-feira (28) uma portaria que permite que os funcionários do alto escalão da Casa folguem um dia a cada três trabalhados. Os servidores poderão solicitar a folga e quem não quiser tirar os dias de folga poderá vender a licença.
A medida vale para diretoria-geral; secretaria-geral da mesa; gabinete da presidência; auditoria; advocacia; consultoria legislativa; Secretaria de Comunicação Social; consultoria de orçamentos, fiscalização e controle.
Mais benefícios
Alcolumbre também autorizou um reajuste de 22,19% e o auxílio-alimentação vai para R$ 1.784,42 a partir de março para funcionários do Senado.
Outro ato do presidente do Senado mudou as regras da gratificação de desempenho, aumentando o número de servidores com direito a 100% do bônus.
Alcolumbre assina atos para aumentar benefícios de funcionários do SenadoFolga e reajuste de 22,19% no auxílio-alimentação estão entre medidasPolítica2025-03-02T22:35:51.288ZO presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), assinou um ato para aumentar a cota que os parlamentares da Casa têm para gastos. Com o aumento de 12%, o limite médio mensal para cada senador será de R$ 46.402,62. As regras começaram a valer neste sábado (1º). O dinheiro serve para custear gastos como alimentação, transporte, hospedagem e o valor para cada senador varia de acordo com o Estado, por causa dos custos com passagens aéreas, por isso, os senadores do Amazonas recebem o maior valor: R$ 52.798,82, cada. Em 2023, o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) havia determinado aumentos para 2024, que foi de 6% - tendo o limite médio mensal por senador de R$ 38.971,84 -, e em fevereiro de 2025, quando o reajuste foi de 6,13% e o limite médio subiu para R$ 41.360,93. Também foi assinada na sexta-feira (28) uma portaria que permite que os funcionários do alto escalão da Casa folguem um dia a cada três trabalhados. Os servidores poderão solicitar a folga e quem não quiser tirar os dias de folga poderá vender a licença. A medida vale para diretoria-geral; secretaria-geral da mesa; gabinete da presidência; auditoria; advocacia; consultoria legislativa; Secretaria de Comunicação Social; consultoria de orçamentos, fiscalização e controle. Mais benefícios Alcolumbre também autorizou um reajuste de 22,19% e o auxílio-alimentação vai para R$ 1.784,42 a partir de março para funcionários do Senado. Outro ato do presidente do Senado mudou as regras da gratificação de desempenho, aumentando o número de servidores com direito a 100% do bônus.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/alcolumbre-assina-medidas-para-aumentar-beneficios-para-funcionarios-do-senado
Candidato do PL precisou vir a público para negar notícia de que tiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil; debate agitou as redes