Dirigentes de empresa suspeita de ter ligação com o PCC vão responder a crimes em liberdade
Representantes da Transwolff são acusados de extorsão, lavagem de dinheiro e outras irregularidades
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Rodrigo Garavini
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Os dirigentes da empresa de ônibus Transwolff, de São Paulo, vão responder em liberdade pelas acusações de lavagem de dinheiro, apropriação indébita, extorsão e organização criminosa. A suspeita é que a empresa tenha ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Os diretores estão presos em Presidente Venceslau, no interior, e podem sair a qualquer momento após o habeas corpus ser concedido pela Justiça paulista na terça-feira (04).
O pedido foi solicitado para Luiz Carlos Efigênio Pacheco, dono da empresa e conhecido como “Pandora”, e Robson Flares Lopes Ponte, dirigentes da Transwolff. A empresa presta serviços de transporte à prefeitura de São Paulo, na zona sul da capital.
Segundo o Tribunal de Justiça paulista, os autos estão sob segredo e, por isso, não foram passadas mais informações do processo. O Ministério Público afirmou que vai recorrer da decisão.
Na época, foram 52 mandados de busca, apreensão e prisão cumpridos na capital e região metropolitana, além de cidades no interior. Na casa do dono da Transwolff foi encontrado armamento pesado.
A defesa do acusado diz que ele não tem envolvimento com o crime organizado e tudo o que a empresa apresentou à prefeitura até o momento é lícito e passou pelo crivo da Receita Federal.
Dirigentes de empresa suspeita de ter ligação com o PCC vão responder a crimes em liberdadeRepresentantes da Transwolff são acusados de extorsão, lavagem de dinheiro e outras irregularidadesCidades2024-06-05T11:41:08.503Z Os dirigentes da empresa de ônibus Transwolff, de São Paulo, vão responder em liberdade pelas acusações de lavagem de dinheiro, apropriação indébita, extorsão e organização criminosa. A suspeita é que a. Os diretores estão presos em Presidente Venceslau, no interior, e podem sair a qualquer momento após o habeas corpus ser concedido pela Justiça paulista na terça-feira (04). O pedido foi solicitado para Luiz Carlos Efigênio Pacheco, dono da empresa e conhecido como “Pandora”, e Robson Flares Lopes Ponte, dirigentes da Transwolff. A empresa presta serviços de transporte à prefeitura de São Paulo, na zona sul da capital. Segundo o Tribunal de Justiça paulista, os autos estão sob segredo e, por isso, não foram passadas mais informações do processo. O Ministério Público afirmou que vai recorrer da decisão. Relembre o caso Além dos dois, outros oito dirigentes da empresa de ônibus se tornaram réus na Justiça. Mais 19 da UPBus, que atua na zona leste, . Na época, foram 52 mandados de busca, apreensão e prisão cumpridos na capital e região metropolitana, além de cidades no interior. Na casa do dono da Transwolff foi encontrado armamento pesado. A defesa do acusado diz que ele não tem envolvimento com o crime organizado e tudo o que a empresa apresentou à prefeitura até o momento é lícito e passou pelo crivo da Receita Federal. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/sp-dirigentes-da-transwolff-vao-responder-a-crimes-em-liberdade