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Polícia prende suspeitos da execução de advogado no centro do Rio

Operação investiga ligação dos detidos com outros crimes, além de contrabando

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A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (01) suspeitos de participação na execução do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrida em fevereiro do ano passado, no centro do Rio de Janeiro. A operação também está vinculada a outras ações criminosas.

Fernando de Souza Junior, conhecido como "Sherek", foi preso em flagrante por porte ilegal de arma e levado para a Delegacia de Homicídios, na Barra da Tijuca. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão ena casa dele, agentes encontraram uma escopeta calibre 12, uma pistola e um revólver, além de granadas, rádios comunicadores, celulares e munições. Nenhuma das armas possuía registro.

O policial militar Renato Franco Lopes também foi detido para prestar depoimento na Delegacia de Homicídios. Durante a operação, a polícia encontrou uma grande quantidade de cigarros contrabandeados.

Ao todo, foram expedidos 19 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de ligação com o assassinato de Rodrigo Crespo. O crime aconteceu em frente ao escritório do advogado.

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Sete pessoas são alvos da operação

Sete indivíduos foram identificados como alvos da operação, incluindo três policiais militares e quatro integrantes de um grupo de matadores de aluguel. Segundo as investigações, a execução do advogado foi um recado da máfia da contravenção contra a exploração ilegal de jogos de aposta na internet.

Três suspeitos já haviam sido presos em março do ano passado por participação no crime. Entre eles, o policial militar Leandro Machado da Silva, o ex-assessor da Assembleia Legislativa Cezar Daniel Mondego de Souza e Eduardo Sobreira Moreira. Todos foram indiciados por homicídio qualificado.

De acordo com a polícia, o chefe do grupo é o ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como "Sem Alma", que segue foragido. Contra ele, há cinco mandados de prisão por diversos crimes.

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