Polícia Militar do DF conclui investigação de suspeita de explosivo em mala deixada perto da Câmara
Na noite da última quarta-feira (13), um atentado com explosões foi registrado na Praça dos Três Poderes, em Brasília
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Guilherme Resck
15/11/2024, 13:55 • Atualizado em 15/11/2024, 15:25
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A chamada Operação Petardo, como é denominado o procedimento padrão para ocorrências de suspeita de artefato explosivo, está em curso nesta manhã | Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)concluiu, na manhã desta sexta-feira (15), que não havia nenhum explosivo em uma mala deixada perto da Câmara dos Deputados, em Brasília. A corporação tinha começado uma investigação, mais cedo, neste feriado da Proclamação da República, após a mala ser encontrada.
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O caso é investigado pela Polícia Federal (PF). O relator no Supremo Tribunal Federal (STF) é o ministro Alexandre de Moraes. A PF acredita que o ataque foi planejado, com indícios de motivação política.
O autor das explosões tinha 59 anos e era chaveiro em Rio do Sul, cidade com 72 mil habitantes em Santa Catarina. Em 2020, ele se candidatou a vereador sob o nome "Tiu França", mas obteve apenas 98 votos e não foi eleito. Ele disputou a eleição pelo Partido Liberal (PL), o mesmo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Polícia Militar do DF conclui investigação de suspeita de explosivo em mala deixada perto da CâmaraNa noite da última quarta-feira (13), um atentado com explosões foi registrado na Praça dos Três Poderes, em BrasíliaCidades2024-11-15T13:55:39.753ZA Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) concluiu, na manhã desta sexta-feira (15), que não havia nenhum explosivo em uma mala deixada perto da Câmara dos Deputados, em Brasília. A corporação tinha começado uma investigação, mais cedo, neste feriado da Proclamação da República, após a mala ser encontrada. A chamada Operação Petardo, como é denominado o procedimento padrão para ocorrências de suspeita de artefato explosivo, chegou a ser instaurada. Na noite da última quarta-feira (13), . Um homem, identificado como Francisco Wanderley Luiz, detonou explosivos próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF) e se matou com um deles. O caso é investigado pela Polícia Federal (PF). O relator no Supremo Tribunal Federal (STF) é o ministro Alexandre de Moraes. A PF acredita que o ataque foi planejado, com indícios de motivação política. O autor das explosões tinha 59 anos e era chaveiro em Rio do Sul, cidade com 72 mil habitantes em Santa Catarina. Em 2020, ele se candidatou a vereador sob o nome "Tiu França", mas obteve apenas 98 votos e não foi eleito. Ele disputou a eleição pelo Partido Liberal (PL), o mesmo do ex-presidente Jair Bolsonaro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/policia-militar-do-df-investiga-suspeita-de-explosivo-em-mala-deixada-perto-da-camara