Polícia Federal investiga violência política de gênero contra candidata trans no Pará
Suspeitos mesclavam imagens e vídeos de campanhas com vídeos de conteúdo adulto para constranger e humilhar; celulares e computadores foram apreendidos
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Igor Cardim
03/10/2024, 17:59 • Atualizado em 03/10/2024, 17:59
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viatura da polícia federal
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (3), dois mandados de busca e apreensão em Paragominas (PA), contra investigados acusados de cometer violência política de gênero contra uma candidata a vereadora. A mulher trans foi vítima de crimes cibernéticos. Foram apreendidos celulares e computadores utilizados para criação de conteúdos fraudulentos, feitos para atacar a candidata.
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De acordo com as investigações, os homens mesclavam imagens e vídeos de campanhas políticas com vídeos de conteúdo adulto com intuito de constranger e humilhar a candidata a vereadora. Segundo a PF, o intuito, além de menosprezar e discriminá-la à condição de mulher, era de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral.
A investigação foi necessária para preservar, além dos direitos humanos, os direitos políticos da candidata, segundo a Polícia Federal. Caso sejam condenados, os investigados podem pegar até quatro anos de reclusão.
A lei que torna crime a violência política de gênero é recente e completou três anos em agosto de 2024. A norma prevê regras para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher nos espaços e nas atividades relacionadas ao exercício de seus direitos políticos.
Polícia Federal investiga violência política de gênero contra candidata trans no ParáSuspeitos mesclavam imagens e vídeos de campanhas com vídeos de conteúdo adulto para constranger e humilhar; celulares e computadores foram apreendidosCidades2024-10-03T17:59:13.851ZA Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (3), dois mandados de busca e apreensão em Paragominas (PA), contra investigados acusados de cometer violência política de gênero contra uma candidata a vereadora. A mulher trans foi vítima de crimes cibernéticos. Foram apreendidos celulares e computadores utilizados para criação de conteúdos fraudulentos, feitos para atacar a candidata. De acordo com as investigações, os homens mesclavam imagens e vídeos de campanhas políticas com vídeos de conteúdo adulto com intuito de constranger e humilhar a candidata a vereadora. Segundo a PF, o intuito, além de menosprezar e discriminá-la à condição de mulher, era de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral. A investigação foi necessária para preservar, além dos direitos humanos, os direitos políticos da candidata, segundo a Polícia Federal. Caso sejam condenados, os investigados podem pegar até quatro anos de reclusão. A lei que torna crime a violência política de gênero é recente e completou três anos em agosto de 2024. A norma prevê regras para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher nos espaços e nas atividades relacionadas ao exercício de seus direitos políticos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/policia-federal-investiga-violencia-politica-de-genero-contra-candidata-trans-no-para
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