Operação do Ministério Público retira 100 armas das mãos de criminosos
Operação ocorreu em 35 cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Criminosos se passavam por colecionador (CAC) para adquirir armamentos
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SBT Brasil
Criminosos se passavam por Cacs para conseguir armas| Reprodução/PxHere
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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) realizou uma operação, nesta terça-feira (17) para retirar de circulação mais de cem armas que estavam em posse de criminosos ou condenados. As armas foram obtidas ilegalmente em esquemas que incluíam o uso de CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores).
Durante a operação, que ocorreu em 35 cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, foram identificados casos de criminosos que se declaravam falsamente como CAC para adquirir armamentos legalmente. Quem tem antecedentes criminais não podem ter acesso a arma.
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União revelou que, entre 2019 e 2022, mais de 5.235 pessoas com antecedentes criminais conseguiram ou renovaram registros de CAC no Brasil. No Rio Grande do Sul, foram mais de 800 casos.
A partir de janeiro de 2025, a responsabilidade pela emissão de registros de CACs passará do Exército para a Polícia Federal, visando maior controle e fiscalização.
Segundo o promotor de Justiça João Afonso Silva Beltrame, a autodeclaração dificultava o cruzamento de dados judiciais pelo Exército, comprometendo a fiscalização.
A operação também investigou casos de pessoas que forneciam armas legalmente adquiridas para facções criminosas no estado.
Operação do Ministério Público retira 100 armas das mãos de criminosos Operação ocorreu em 35 cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Criminosos se passavam por colecionador (CAC) para adquirir armamentos Cidades2024-12-18T00:00:10.342ZO Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) realizou uma operação, nesta terça-feira (17) para retirar de circulação mais de cem armas que estavam em posse de criminosos ou condenados. As armas foram obtidas ilegalmente em esquemas que incluíam o uso de CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores). Durante a operação, que ocorreu em 35 cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, foram identificados casos de criminosos que se declaravam falsamente como CAC para adquirir armamentos legalmente. Quem tem antecedentes criminais não podem ter acesso a arma. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União revelou que, entre 2019 e 2022, mais de 5.235 pessoas com antecedentes criminais conseguiram ou renovaram registros de CAC no Brasil. No Rio Grande do Sul, foram mais de 800 casos. A partir de janeiro de 2025, a responsabilidade pela emissão de registros de CACs passará do Exército para a Polícia Federal, visando maior controle e fiscalização. Segundo o promotor de Justiça João Afonso Silva Beltrame, a autodeclaração dificultava o cruzamento de dados judiciais pelo Exército, comprometendo a fiscalização. A operação também investigou casos de pessoas que forneciam armas legalmente adquiridas para facções criminosas no estado. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/operacao-do-ministerio-publico-retira-100-armas-das-maos-de-criminosos
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