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Segundo informações da Polícia Militar, o casal responsável foi encontrado no Centro da capital catarinense, pedindo socorro. Ao dar entrada na unidade hospitalar, o bebê apresentava convulsões, rebaixamento do nível de consciência e pupilas dilatadas. A equipe médica relatou que a criança sofreu uma parada cardiorrespiratória por cerca de 10 minutos, foi reanimada e encaminhada à UTI.
Exames clínicos e laboratoriais confirmaram a presença das substâncias ilícitas no organismo do bebê. De acordo com a equipe médica, foi constatada negligência nos cuidados de saúde, já que não havia registros recorrentes de consultas da criança. Esse fato reforçou a suspeita de maus-tratos.
Versão dos responsáveis
Os responsáveis negaram ter dado drogas à criança. No entanto, profissionais que atenderam a ocorrência relataram que o homem apresentava sinais de estar sob efeito de substância psicoativa no momento da chegada ao hospital.
Ação do Conselho Tutelar
Diante da gravidade do caso, o Conselho Tutelar foi acionado para adoção de medidas de proteção. De acordo com a Polícia Militar, os outros filhos do casal ficaram sob responsabilidade do órgão público.
Porém, não há confirmação oficial sobre o paradeiro atual das outras crianças. Existe a possibilidade de que tenham sido devolvidas à mãe.
Prisões e investigação
Com base nos indícios reunidos até o momento, os responsáveis receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia. Eles devem responder, em tese, pelo crime de homicídio doloso na modalidade tentada.
A PM informou que o pai da criança foi preso e possui antecedentes criminais, incluindo tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e associação para o tráfico. Há informações de utilização de tornozeleira eletrônica, que estaria relacionada a esses crimes anteriores.
O que diz a Secretaria de Estado da Saúde
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) informou que segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018), que protege dados pessoais sensíveis (incluindo informações de saúde) e, por isso, não divulga detalhes sobre o estado clínico de pacientes atendidos ou internados na rede estadual.
Próximos passos
As investigações seguem em andamento para esclarecer como as substâncias chegaram ao organismo da criança, a eventual responsabilidade de cada envolvido e a situação definitiva das demais crianças da família.
O que se sabe sobre caso do bebê que ingeriu ecstasy em FlorianópolisCriança ficou cerca de 10 minutos sem batimentos cardíacos e precisou ser reanimada antes de ser encaminhada à UTICidades2025-12-22T15:46:55.219ZUm , em Florianópolis. Exames médicos confirmaram a presença de ecstasy (MDMA) e metanfetamina no organismo da criança. O caso é investigado como tentativa de homicídio. Segundo informações da Polícia Militar, o casal responsável foi encontrado no Centro da capital catarinense, pedindo socorro. Ao dar entrada na unidade hospitalar, o bebê apresentava convulsões, rebaixamento do nível de consciência e pupilas dilatadas. A equipe médica relatou que a criança sofreu uma parada cardiorrespiratória por cerca de 10 minutos, foi reanimada e encaminhada à UTI. Exames clínicos e laboratoriais confirmaram a presença das . De acordo com a equipe médica, foi constatada negligência nos cuidados de saúde, já que não havia registros recorrentes de consultas da criança. Esse fato reforçou a suspeita de maus-tratos. Versão dos responsáveis Os responsáveis negaram ter dado drogas à criança. No entanto, profissionais que atenderam a ocorrência relataram que o homem apresentava sinais de estar sob efeito de substância psicoativa no momento da chegada ao hospital. Ação do Conselho Tutelar Diante da gravidade do caso, o Conselho Tutelar foi acionado para adoção de medidas de proteção. De acordo com a Polícia Militar, os outros filhos do casal ficaram sob responsabilidade do órgão público. Porém, não há confirmação oficial sobre o paradeiro atual das outras crianças. Existe a possibilidade de que tenham sido devolvidas à mãe. Prisões e investigação Com base nos indícios reunidos até o momento, os responsáveis receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia. Eles devem responder, em tese, pelo crime de homicídio doloso na modalidade tentada. A PM informou que o pai da criança foi preso e possui antecedentes criminais, incluindo tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e associação para o tráfico. Há informações de utilização de tornozeleira eletrônica, que estaria relacionada a esses crimes anteriores. O que diz a Secretaria de Estado da Saúde Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) informou que segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018), que protege dados pessoais sensíveis (incluindo informações de saúde) e, por isso, não divulga detalhes sobre o estado clínico de pacientes atendidos ou internados na rede estadual. Próximos passos As investigações seguem em andamento para esclarecer como as substâncias chegaram ao organismo da criança, a eventual responsabilidade de cada envolvido e a situação definitiva das demais crianças da família.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/o-que-se-sabe-sobre-caso-do-bebe-que-ingeriu-ecstasy-em-florianopolis
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