Justiça do RS solta réus acusados pela morte de homem negro no Carrefour de Porto Alegre
João Alberto foi imobilizado e espancado até a morte em supermercado há quatro anos; acusados estavam em prisão preventiva desde o crime
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SBT News
Homem sendo espancado por dois seguranças
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou nesta segunda-feira (16) a soltura de três acusados de homicídio qualificado de João Alberto Silveira Freitas, que foi morto em novembro de 2020 no estacionamento do hipermercado Carrefour, em Porto Alegre. O caso completou quatro anos este ano.
A decisão do grupo de magistrados foi fundamentada no prazo excessivo de prisão preventiva de três réus, que estavam presos há quatro anos e seguiam sem julgamento, o que configura cumprimento antecipado de pena. São eles: Giovane Gaspar da Silva, Magno Braz Borges e Adriana Alves Dutra.
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Os outros três suspeitos de participação do crime já respondem em liberdade. O grupo de seis ex-seguranças e ex-funcionários do Carrefour é acusado de homicídio qualificado com agravante de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Em julho de 2024, o TJRS afastou a qualificadora de motivo torpe, que atribuía a ação do grupo de funcionários como um ato de racismo estrutural.
O Tribunal de Justiça também definiu as seguintes medidas cautelares para os réus: comparecer a todos os atos do processo; manter endereços atualizados; e não se ausentar da Comarca por mais de 15 dias sem autorização judicial.
Justiça do RS solta réus acusados pela morte de homem negro no Carrefour de Porto Alegre João Alberto foi imobilizado e espancado até a morte em supermercado há quatro anos; acusados estavam em prisão preventiva desde o crime
Cidades2024-12-17T03:20:30.408ZO Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou nesta segunda-feira (16) a soltura de três acusados de homicídio qualificado de João Alberto Silveira Freitas, que foi morto em novembro de 2020 no estacionamento do hipermercado Carrefour, em Porto Alegre. O caso completou quatro anos este ano. A decisão do grupo de magistrados foi fundamentada no prazo excessivo de prisão preventiva de três réus, que estavam presos há quatro anos e seguiam sem julgamento, o que configura cumprimento antecipado de pena. São eles: Giovane Gaspar da Silva, Magno Braz Borges e Adriana Alves Dutra. Os outros três suspeitos de participação do crime já respondem em liberdade. O grupo de seis ex-seguranças e ex-funcionários do Carrefour é acusado de homicídio qualificado com agravante de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Em julho de 2024, o TJRS afastou a qualificadora de motivo torpe, que atribuía a ação do grupo de funcionários como um ato de racismo estrutural. O Tribunal de Justiça também definiu as seguintes medidas cautelares para os réus: comparecer a todos os atos do processo; manter endereços atualizados; e não se ausentar da Comarca por mais de 15 dias sem autorização judicial.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/justica-do-rs-solta-reus-acusados-pela-morte-de-homem-negro-no-carrefour-de-porto-alegre